Como evitar e amenizar o inchaço do corpo no verão

 

Vários cuidados precisam ser adotados na época dos dias mais quentes do ano. Isto, para evitar o inchaço do corpo, gerado, normalmente, pela retenção de líquidos ou, ainda, pelo excessivo consumo de glúten.

O glúten, (encontrado no trigo, no centeio, na cevada, no malte e na aveia) é proteína inflamatória que gera inchaço do corpo. É, portanto, bastante prejudicial ao organismo humano.

A recomendação principal é a de evitar alimentos que contenham produtos derivados destes cereais.

Há, todavia, maneiras práticas e eficientes para evitar o inchaço corporal, especialmente o oriundo da retenção de líquidos.

No presente post estão expressas informações importantes a respeito da questão e, inclusive, dicas para evitar o problema.

A propósito, sobre a retenção de líquidos por parte do corpo já veiculamos post no dia 24 de novembro passado, quando tratamos sobre como evitar a retenção de líquidos no verão.

Para aprofundar a abordagem do tema, que julgamos importante para a época presente, não podemos esquecer que o excesso de calor (normal nos dias atuais) é inimigo potencial da boa circulação sanguínea, já que faz com que as veias se dilatem, acumulando, em consequência, líquidos.

Em outras palavras é possível afirmar que temperaturas elevadas aumentam a retenção de líquidos.

A isto precisam ser acrescidos os males causados pela adesão dos componentes do glúten às paredes intestinais, fator complicador.

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Cuidados alimentares

 

Atenção especial, igualmente, precisa ser dada à alimentação, evitando, especialmente, o consumo de produtos contendo glúten e muito salgados.

A época atual, portanto, é a de nos preocuparmos com a retenção hídrica no organismo.

 

Temperatura alta, inimiga perigosa

 

Altas temperaturas são inimigas da circulação sanguínea e linfática.

A retenção de líquidos apresenta sintomas desconfortáveis causados por dores nos braços, mãos, pernas e pés e, até mesmo, a sensação de ganho de peso.

Quando faz calor, a circulação de sangue fica mais lenta, ocorrendo, em consequência, maiores dificuldades para a absorção da água pelo organismo.

Por esta causa, as extremidades são as regiões do corpo mais afetadas, com os pés sendo os mais atingidos já que ficam mais distantes do coração.

 

Resfriamento do corpo

 

No calor, os vasos sanguíneos se dilatam para ajudarem o corpo a se resfriar.

Com isto, os líquidos que ficam nos vasos, saem e se alojam no espaço entre as células (intracelular), causando o inchaço.

O excesso de calor é, portanto, inimigo da perfeita circulação sanguínea, porque faz com que as veias se dilatem, causando inchaço e dor.

 

 

Razão da retenção

 

O corpo, ao detectar baixo nível de líquidos, decorrente da ingestão insuficiente de água, ou, do consumo excessivo de sódio (sal), coloca em atividade mecanismo de defesa que efetua a retenção de líquido porque a considera necessária para manter o equilíbrio.

Não são poucas as pessoas que, com frequência, afirmam terem a sensação de inchaço do corpo.

Na verdade, a retenção hídrica não só é responsável pelos inchaços, mas, também o é por eventuais quilos extras.

 

Mulheres, as mais atingidas

 

Afetando mais as mulheres, a retenção de líquidos ocorre especialmente em períodos relacionados a desequilíbrios hormonais, (dias antecedentes à menstruação, à gravidez ou à menopausa).

 

Outras causas

 

Problemas de circulação sanguínea, nutrição inadequada ou estresse são, também, fatores que causam a retenção, gerando, como consequência, ganho de peso.

 

Órgãos inchados

 

Sinais como mãos, tornozelos, lábios ou pálpebras inchados demonstram que o corpo está tentando nivelar o excesso de sódio com a retenção de líquidos.

O inchaço, a inflamação e até mesmo o aumento brusco de peso também podem mascarar (esconder) problemas circulatórios, cardíacos, hepáticos ou renais.

Má alimentação, sedentarismo, estresse ou desequilíbrios hormonais têm grande importância no aparecimento destes episódios de doenças.

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Glúten, principal vilão

 

O glúten é proteína que está presente na farinha de trigo, centeio, cevada, malte e aveia. Provoca inflamações capazes de gerarem inchaço, dores articulares e indisposição.

Retirar a substância do cardápio elimina estes problemas e, ainda, ajuda na perda de peso, segundo explicam nutricionistas.

 

Dieta sem glúten evita doenças

 

Importante se torna retirar o glúten da dieta, fato que contribui para a perda rápida de peso, além, ainda, de prevenir doenças.

Vários são os benefícios da alimentação sem a substância do glúten.  Por esta razão é importante adotar receitas livres do glúten.

 

Ausência do glúten estimula o metabolismo

 

Quem sofre da intolerância ao glúten (principalmente celíacos), não podem ingerir alimentos que contêm a substância porque ela impede a absorção correta de nutrientes pelo intestino.

As pessoas com sensibilidade ao glúten precisam, portanto, evitar o consumo.

Vários são os benefícios da dieta sem a proteína (glúten). Eliminar o glúten da dieta provoca a redução do grau de inflamação do organismo. Assim, o metabolismo volta a funcionar normalmente, promovendo a diminuição da retenção de líquidos, perda drástica e rápida de peso, adequada absorção dos nutrientes pelo intestino e a prevenção de doenças não-transmissíveis, caso da obesidade e de complicações cardiovasculares, conforme esclarecem especialistas em Nutrição.

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Estimativa alarmante

 

De acordo com dados da Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil, o número de portadores de doença celíaca (intolerantes ao glúten) no país é de cerca de dois milhões de pessoas.

Glúten causa complicações

 

Para muitos, o inimigo de quem quer vida saudável está no pão, no bolo, na cerveja e em outros alimentos. Trata-se do glúten, substância encontrada no trigo, no centeio, na aveia, na cevada e no malte.

Médicos e especialistas em alimentação explicam que, ao chegar ao intestino, o glúten se transforma em espécie de cola que gruda nas paredes intestinais. Com o passar do tempo, provoca saturação do aparelho digestivo, aumentando a gordura na região do abdome, dores articulares, alergias cutâneas e depressão.

 

Mudança de cardápio

 

Trata-se de problemas de saúde que surgem em decorrência do cardápio de pessoas que passaram a comer de modo excessivo alimentos ricos em glúten, caso de pães, biscoitos, macarrão e bolos.

Nutrólogos alertam para a necessidade de substituir alimentos ricos em glúten pela mandioca, pelo milho e pelo arroz.

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Reações corporais

 

O organismo responde de várias maneiras ao consumo de glúten: obesidade, síndrome de resistência à insulina, deficiência de cálcio, alergias, diarreias e doenças autoimunes.

Nutrólogos chegam a considerar o excesso de glúten como sinal de má higiene interna do corpo, já que o metabolismo emperra e favorece o surgimento de bactérias que gostam de calor e de estagnação.

Dieta sem glúten

 

Bastante utilizada por praticantes de atividades físicas, especialmente por parte de frequentadores de academia, a dieta sem glúten contribui para o emagrecimento e a redução de gordura na região abdominal.

Neste sentido, tem muita gente inserindo na alimentação, pães de aipim (mandioca) e de milho, macarrão de arroz e cookies de soja.

Dessensibilização ao glúten

 

Nutricionistas chegam até mesmo a sugerir a dessensibilização ao glúten. Trata-se de período de três meses no qual não se deve comer nenhum dos quatro cereais que contêm o glúten – trigo, centeio, cevada e aveia.

Em outras palavras, trata-se de reeducação alimentar. Comer um pãozinho, até que é permitido, mas, o excesso pode alterar todo o metabolismo, baixar a imunidade do organismo e levá-lo a doenças.

Importante, todavia, é destacar e considerar que nem todo obeso tem intolerância alimentar ao glúten.

 

Intestino sem a cola do glúten

 

Segundo especialistas da área nutricional, intestino sem glúten produz serotonina e gera alegria.

Dica importante para a pessoa ter sucesso na reeducação alimentar, que visa ao não-consumo de alimentos ricos em glúten, é a ingestão constante de frutas, já que elas, além de serem leves, são nutritivas e têm baixo nível de calorias.

Colonterapia

 

Muitas pessoas alérgicas aos efeitos do glúten estão sendo mais radicais e se submetem à colonterapia, procedimento de lavagem do intestino grosso para a limpeza geral.

Depois da colonterapia, o intestino volta a produzir o neurotransmissor da alegria, isto é, a serotonina.

Dibiose

 

Os alimentos em geral levam 18 horas da mastigação até a eliminação pelo reto. Alimento com o glúten leva 26 horas.

Consumido em excesso, o glúten vai retendo cada vez mais toxinas no organismo, promovendo a dibiose, alteração da flora normal com a fermentação e a retenção de líquidos, podendo gerar série de doenças articulares, autoimunes e, inclusive, depressão.

Doença celíaca

 

Há casos de pessoas que têm intolerância genética ao glúten. São os celíacos.

O glúten é estritamente proibido para os celíacos.

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Problemas relacionados ao consumo de glúten

Diversidade de problemas ocorre como resultado do consumo excessivo de glúten. Acompanhe!

 

  • Intolerância alimentar: o glúten é cola que adere às paredes intestinais, bloqueando o funcionamento do intestino. Os primeiros sintomas são intolerância alimentar, desconforto abdominal, gases e retenção de líquidos.
  • Obesidade: metabolismo lento não processa devidamente os alimentos, gerando, como consequência, o acúmulo de gordura abdominal.
  • Baixa imunidade: afeta o sistema imunológico, favorecendo o surgimento de doenças autoimunes.
  • Intoxicação e enxaqueca: metabolismo estagnado dificulta a eliminação de toxinas, aumentando o risco de doenças, como, por exemplo, dores de cabeça e enxaquecas.
  • Açúcar: já que o glúten é aliado do açúcar, ele captura o cálcio, aumentando os riscos de osteoporose, cáries, ranger de dentes, insônia, hipertensão e colesterol alto.

 

http://swbrasil.org.br/noticias/gluten-vira-cola-no-intestino-e-provoca-diversas-complicacoes/

Sintomas de intolerância ao glúten

 

A intolerância ao glúten provoca sintomas intestinais como o excesso de gases (flatulência), dor no estômago, diarreia ou prisão de ventre.

Quando a intolerância é grave, pode causar doença celíaca, que provoca sintomas mais fortes e frequentes de dor abdominal e de diarreia.

Todas as faixas etárias

 

A alergia ao glúten ataca desde crianças a adultos. O fato acontece por causa da incapacidade ou da dificuldade em digerir o glúten.

 

Tratamento

 

O tratamento aos problemas causados pelo glúten é simples: retirar a proteína da dieta.

Sintomas de intolerância ao glúten

 

Conheça os principais sintomas gerados pela intolerância ao glúten:

 

  • Excesso de gases e barriga inchada após comer alimentos como pão, macarrão ou cerveja.
  • Alternância de períodos de diarreia ou prisão de ventre.
  • Tontura ou cansaço excessivo após as refeições.
  • Irritabilidade fácil.
  • Enxaquecas frequentes, principalmente após as refeições.
  • Manchas vermelhas na pele que podem coçar.
  • Dor constante nos músculos ou nas articulações.

Identificação de sintomas

 

Para facilitar o diagnóstico, importante é bem identificar os sintomas. Veja:

 

  • Desconforto abdominal

Quando há intolerância, após a ingestão de alimentos com trigo, cevada, aveia ou centeio, é comum surgirem sintomas como excesso de gases, barriga inchada, diarreia ou prisão de ventre. Além disto, as células do intestino também ficam danificadas, causando má absorção de vitaminas e de minerais.

A dor da intolerância é recorrente e, geralmente, é acompanhada por gases e alterações intestinais, sobretudo, após a ingestão de pães, bolos ou massas. A solução, portanto, é evitá-los.

Já a dor causada por gastrite, normalmente, ocorre após as refeições ou, ainda, quando se fica muito tempo sem comer.

 

  • Tontura

O glúten é capaz de provocar tonturas, confusão mental, desorientação ou sensação de cansaço após a refeição. Os sintomas, contudo, não são relacionados à intolerância, e, por isto, muitas vezes, não são percebidos.

A tontura causada pela intolerância aparece mesmo quando a pessoa está bem alimentada e descansada, não tendo relação com o excesso de atividade física ou com alterações na pressão arterial.

 

  • Alterações de humor

Em razão do mal-estar intestinal torna-se comum a ocorrência de alterações no humor, sobretudo, após as refeições, cujos sintomas são irritabilidade, ansiedade e/ou tristeza.

As alterações de humor causam, igualmente, cansaço e fadiga, mesmo após uma boa noite de sono. Isto ocorre porque o corpo está concentrado em combater a inflamação no intestino, gastando a energia que daria ânimo e disposição para o novo dia.

 

  • Enxaqueca crônica

A enxaqueca provocada pela intolerância ao glúten começa cerca de 30 a 60 minutos após a refeição. Pode se manifestar através de sintomas como visão embaçada e dor ao redor dos olhos.

As enxaquecas comuns não têm hora para começarem e, de modo em geral, estão ligadas ao consumo de café ou de álcool, não tendo, portanto, relação com alimentos ricos em farinha de trigo e/ou outros cereais do gênero.

 

  • Coceira na pele

A inflamação no intestino causada pela intolerância ao glúten é capaz de provocar ressecamento e coceira na pele, criando pequenas bolinhas vermelhas. Estes sintomas, contudo, muitas vezes também podem estar ligados à piora dos sintomas de psoríase e de lúpus.

A recomendação é, desta forma, retirar da dieta, alimentos com trigo, cevada ou centeio (bolos, pães e massas) para verificar se ocorrem melhorias na coceira, resultantes da alteração da alimentação.

  • Dores musculares

O consumo de glúten tem a capacidade de causar ou de aumentar os sintomas de dores musculares nas articulações e nos tendões (fibromialgia).

Comum, igualmente, é ocorrer inchaço, especialmente nas articulações dos dedos, dos joelhos e do quadril.

A sugestão é, por esta razão, não consumir alimentos com trigo, cevada, aveia e centeio para verificar se melhoram os sintomas de dor.

https://prosaudelojas.com.br/o-que-e-preciso-saber-sobre-o-colesterol/

  • Intolerância à lactose

Especialistas consideram como normal o fato de que a intolerância à lactose ocorra juntamente com a intolerância ao glúten. Por este motivo, pessoas que têm intolerância à lactose têm mais probabilidades de apresentarem intolerância a alimentos feitos a partir do trigo, da cevada e do centeio. Precisam, portanto, sempre estarem mais atentas aos sintomas.

O recomendado é fazer exames que confirmem o diagnóstico de intolerância, caso, por exemplo, do exame de sangue, de fezes, de urina ou da biópsia intestinal.

Há, por isto mesmo, a necessidade da exclusão da dieta dos produtos que contenham a proteína (glúten), caso da farinha, do pão, do biscoito e do bolo, para observar se os sintomas desaparecem.

Como viver com intolerância ao glúten

 

Com o diagnóstico da intolerância ao glúten em mãos é preciso retirar da dieta todos os alimentos que contenham a proteína (farinha de trigo, macarrão, pão, bolos e biscoitos).

No mercado há vários produtos especiais que não contêm a proteína, como são os casos de macarrão, pão, biscoitos e bolos feitos a partir de farinhas que são permitidas na dieta, caso da farinha de arroz, de mandioca, de milho, do fubá, da fécula de batata, da fécula de mandioca, do polvilho doce e, também, do polvilho azedo.

 

Atenção ao rótulo

 

Questão importante, tal como em outros casos quaisquer, é observar no rótulo a lista de ingredientes do alimento.

No caso específico, isto precisa ser feito para verificar se há a presença de trigo, cevada, aveia ou de centeio na composição, ou, ainda, se há resíduos de glúten, como são os casos de produtos como salsicha, quibe, flocos de cereais, almôndegas e sopas enlatadas.

Alimentos que contêm glúten

 

O consumo de alimentos que contêm glúten pode provocar inflamação e inchaço abdominal. Em razão disto, o consumo da proteína pode ser perigoso para pessoas que possuem intolerância à essência, já que ela pode causar irritação do intestino e gerar sintomas como diarreia, dor e sensação de barriga estufada.

Quem é intolerante ao glúten apresenta estes sintomas porque o organismo não consegue digerir no intestino a proteína de forma adequada em razão de alteração genética (deficiência) ou da doença celíaca.

 

Saiba identificar a intolerância ao glúten

 

Diversos alimentos contêm glúten, mas, para evitar eventuais problemas a pessoas intolerantes à proteína vegetal é possível encontrar produtos que não a contêm. Isto fica evidenciado com indicativo constante na embalagem do alimento, que informa que se trata de produto sem glúten ou glúten “free”.

 

Lista de alimentos que contêm glúten

 

Alimentos que contêm glúten são os que são produzidos com farinha de trigo, centeio, aveia ou de cevada.

  • Pão, torrada, bolacha, biscoito, bolos, macarrão, pizza, salgadinhos, cachorro-quente e salsicha.
  • Tipos de cerveja e de uísque.
  • Gérmen de trigo, triguilho, sêmola de trigo.
  • Alguns queijos.
  • Molhos: ketchup, molho branco, maionese, shoyu.
  • Temperos prontos.
  • Cereais e barrinha de cereais.
  • Xaropes e alguns medicamentos.

Recomendação fundamental

 

Importante é ler as informações nutricionais do alimento, principalmente quando a pessoa tem intolerância ao glúten.

Fazendo isto, poderá escolher alimentos que não contêm glúten na composição.

Evitando a ingestão de alimentos contendo glúten, a pessoa, por extensão, também evitará os sintomas decorrentes, caso, por exemplo, do inchaço abdominal, da sensação de barriga estufada e da diarreia.

Como seguir dieta sem glúten

 

Indicada principalmente para pessoas que possuem intolerância, a dieta sem glúten, igualmente, é recomendada para quem não possui intolerância.

Acontece que o consumo de alimentos ricos em glúten causa estufamento abdominal e, neste caso, a melhor alternativa é, justamente, diminuir, ou, então, até mesmo, evitar o consumo de alimentos que possuam a proteína na composição.

Indicação de nutricionista

 

Há que se salientar que se torna importante o fato de que a dieta sem ou com pouco glúten tem que ser indicada por profissional da área nutricionista. Obedecendo a esta recomendação será possível, portanto, a realização de avaliação geral da pessoa e de eventual atendimento às necessidades nutricionais.

 

https://www.tuasaude.com/alimentos-que-contem-gluten/

 

Alimentos sem glúten para usar na dieta

 

Alimentos sem glúten são frutas, verduras e carnes, já que eles não contêm a proteína.

Estes alimentos são, igualmente, os únicos que podem ser ingeridos por doentes celíacos, porque correm o risco de o glúten danificar as paredes do intestino e de provocar diarreia ou dores abdominais, dificultando, inclusive, a absorção de nutrientes.

O glúten tem a capacidade de causar inchaço e desconforto abdominal.

 

Alimentos sem glúten

 

Entre outros, alguns dos alimentos que não têm glúten:

 

> Frutas.

> Legumes e verduras.

> Carnes e peixes de escama.

> Farinha de arroz, mandioca, amêndoa, milho, feijão, ervilha, soja, inhame.

> Arroz, milho, amaranto, araruta, trigo sarraceno, quinoa.

> Amido de milho (maisena).

> Tapioca.

> Fécula de batata.

> Polenta.

> Sal, açúcar, chocolate em pó, cacau.

> Gelatina.

> Óleos, azeite, manteiga.

 

Existem outros alimentos sem glúten que são encontrados em lojas de produtos naturais, como pão e macarrão, identificados com rótulo de alimento sem glúten ou glúten “free”.

 

https://nutritotal.com.br/publico-geral/material/voce-sabe-quais-alimentos-possuem-gluten/

 

Lei obriga informar se há glúten no alimento

 

De acordo com a lei nº 10.674, de 2003, todos os alimentos comercializados no Brasil devem informar se há glúten na composição.

O glúten é combinação de proteínas presentes em cereais, grãos e massas. É formado pelo composto das proteínas gliadina e a glutenina e é responsável por dar elasticidade à massa.

 

Crescimento durante a fermentação

 

Quando o glúten entra em contato com o oxigênio, cria camada que impede a saída do gás carbônico durante a fermentação. O gás carbônico é essencial ao desenvolvimento de alimentos, por isto, receitas que levam glúten crescem durante a fermentação.

Doença celíaca

 

Não são todas as pessoas que podem consumir glúten. Existem doenças que atrapalham a digestão do composto de proteínas. A mais comum delas é a doença celíaca.

A patologia é reação imunológica que é desencadeada pelo consumo de glúten.

Doença autoimune, sem cura, ela causa a inflamação da mucosa do intestino. Por esta razão, o paciente deve eliminar completamente da dieta, alimentos à base de grãos, como, por exemplo, o trigo, centeio, aveia, cevada e malte, entre outros.

 

Sintomas da doença celíaca

 

Os principais sintomas da doença são anemia, cólica, diarreia, dores abdominais, perda de peso e prisão de ventre.

Além de sintomas gastrointestinais, os celíacos, ainda, também podem sofrer com alterações psicológicas.

Se não tratada, a doença pode gerar complicações mais graves, como desnutrição, deficiências de vitaminas e minerais, anemia, além de câncer de estômago ou de intestino.

É fundamental, portanto, para os celíacos saberem quais alimentos contêm glúten.

 

Intolerância ao glúten x doença celíaca

 

Comum é confundir a intolerância ao glúten com a doença celíaca, mas, são, na verdade, distúrbios diferentes.

A intolerância ao glúten é diagnosticada após a doença celíaca ser descartada.

A patologia é caracterizada pela dificuldade ou pela incapacidade de digerir alimentos formados pelo composto das proteínas gliadina e a glutenina.

Ela é, portanto, condição crônica que pode se manifestar em qualquer idade.

Por não ter cura, o tratamento indicado é, pois, a exclusão da dieta de todos os alimentos com glúten.

Como não causa a inflamação no intestino, a intolerância não é considerada tão grave quanto à doença celíaca, todavia, caso não seja tratada, pode afetar bastante a rotina de quem sofre com a patologia.

Alimentos que precisam ser evitados

 

Alimentos que podem conter glúten na composição.

A lista é da Associação de Celíacos do Brasil.

 

Farinha, cereais e subprodutos.

Aveia, flocos e farinha.

Centeio, cevada (farinha), malte.

Trigo, farinha, semolina, gérmen e farelo.

 

Bebidas.

Bebidas com malte, café com cevada, cerveja, gin, ginger-ale, uísque, vodca.

 

Leite e derivados.

Achocolatados com malte ou extrato de malte, queijos com cereais, queijos fundidos.

 

Carnes, derivados e proteína vegetal.

Embutidos (salames e salsichas), proteína vegetal hidrolisada.

Outros alimentos.

Açúcares, doces e condimentos podem conter glúten. Cada alimento precisa, portanto, conter o rótulo informando sobre a presença ou não de glúten.

 

Retenção de líquidos contribui para o inchaço

 

Comum nas mulheres, a retenção de líquidos contribui para a barriga inchada e a celulite. As alterações hormonais, o sedentarismo, o consumo de sal e o consumo de produtos industrializados em excesso estão, por esta razão, entre as causas mais comuns do problema.

Tratamento para a retenção de líquidos

 

O tratamento para combater o excesso de líquidos pode ser feito de forma natural ao ingerir mais água, chás diuréticos e praticar exercícios.

Tomar remédios diuréticos e recorrer à drenagem linfática são, também, outras opções para complementar o tratamento.

Quando a retenção é grave, todavia, pode ser necessário tomar remédios. É o caso, por exemplo, de quando ela é causada por doenças renais ou cardíacas.

O acúmulo de líquidos no corpo causa inchaço facilmente percebido pelo aumento do volume abdominal, do rosto, e, principalmente, das pernas, dos tornozelos e dos pés.

 

Recomendações primordiais

 

Para combater a retenção hídrica é recomendado tomar chás, fazer exercícios, cuidar da alimentação e adotar cuidados, mas, se tudo isto não resolver, em último caso, médico pode indicar o uso de remédios diuréticos.

 

  • Tomar chás diuréticos

Os chás diuréticos representam complemento para emagrecer mais rápido. Todos os chás têm efeito diurético, uma vez que quanto mais água a pessoa ingere, mais urina ela produzirá e, como ela contém toxinas, expelirá, também, o excesso de líquidos do corpo.

Algumas plantas, contudo, aumentam o efeito diurético dos chás, como acontece com os chás de cavalinha, hibisco, canela com gengibre, chá verde, ginkgo biloba, salsinha, centelha asiática e castanha da índia.

 

  • Fazer exercícios

Praticar atividade física, igualmente, é forma natural de desinchar o corpo, contribuindo, inclusive, para o emagrecimento.

A contração de grandes grupos musculares (braços, pernas e glúteos) força a eliminação do excesso de líquidos, via urina.

Exercícios indicados para este caso são, por exemplo, a caminhada, a corrida, o andar de bicicleta ou saltar corda.

 

  • Orientações gerais

Para acabar com a retenção de líquidos no corpo, alguns cuidados, portanto, precisam ser observados. Acompanhe!

< Beber água ou chá. Cerca de 2,5 litros por dia.

< Substituir o sal. Preparar ou temperar os alimentos com ervas aromáticas como, por exemplo, salsinha ou orégano.

< Ampliar o consumo de alimentos diuréticos, caso, por exemplo, da melancia, do pepino ou do tomate.

< Evitar os alimentos enlatados, embutidos ou, outros, carregados de sal.

< Evitar ficar muito tempo de pé, sentado ou com as pernas cruzadas.

< Comer alimentos ricos em água, como rabanete, nabo, couve-flor, melancia, morango, melão, abacaxi, maçã e cenoura.

< Consumir alimentos como folhas de beterraba cozida, abacate, iogurte desnatado, suco de laranja, ou banana, já que são alimentos ricos em potássio, que ajuda a expelir o sal do organismo.

< Colocar as pernas para o alto ao final do dia.

< Espremer limão em litro de água para tomar durante o dia, sem açúcar.

 

  • Drenagem linfática

Trata-se de excelente estratégia para eliminar o excesso de líquidos do corpo. A drenagem linfática pode ser feita de forma manual, numa espécie de massagem suave e com movimentos bem marcados. Também pode, igualmente, ser feita com equipamento eletrônico próprio, drenagem linfática mecânica, conhecida como pressoterapia.

A drenagem linfática, portanto, também é complemento ao tratamento contra a celulite.

 

  • Remédios diuréticos

Para controlar e/ou evitar a retenção de líquidos também podem ser usados medicamentos diuréticos, mas, eles só devem ser tomados quando forem prescritos por médico.

 

https://www.tuasaude.com/retencao-de-liquidos-o-que-fazer/

 

Suplementos alimentares para praticantes de musculação

 

Suplementos alimentares são recomendados, com cuidados, para praticantes de musculação e outras atividades físicas fortes e intensas.

No passado, por volta do início dos anos de 1990, havia duas ou três empresas brasileiras, no máximo, de produtos para o uso por parte de atletas (suplementação/musculação).

O público consumidor, por sua vez, era bem restrito.

Com o passar dos anos, no entanto, os suplementos das mais variadas fórmulas foram absorvidos pela cultura social, atingindo a todas as classes sociais e, se massificaram de tal forma que, hoje, existem dezenas de fabricantes nacionais.

Atualmente, os suplementos alimentares (e os farmacológicos) são bastante usados por praticantes de musculação, além de outras pessoas.

É possível, inclusive, perceber que mesmo algumas pessoas de baixa renda utilizam estes produtos.

 

Por que são usados os suplementos?

 

Desde a pré-história, o homem busca substâncias na natureza para melhorar o desempenho esportivo e o vigor físico em geral.

Hoje, isto é muito mais evidente ainda porque a sociedade em geral vive a cultura do imediatismo. Muita gente quer que as coisas aconteçam de forma instantânea, como num passe de mágica.

Para muitos, o lema é: mínimo esforço e máximo resultado.

Tem pessoas que querem ter corpos esteticamente belos de forma relâmpago, (influenciadas pela mídia e por quem as cercam), de preferência, com o mínimo esforço.

Alerta, todavia, precisa ser feito sobre o uso inadequado dos suplementos alimentares e os recursos farmacológicos, já que é preciso estar atento para o fato de que há vantagens, mas, ao mesmo tempo, também há desvantagens com o uso destes produtos.

 

Benefícios da atividade física

 

Praticada regularmente, a atividade física, caso da musculação, por exemplo, gera benefícios à saúde, entre eles, o aumento do gasto energético, maior coordenação motora, melhora da capacidade cardiorrespiratória, diminuição do estresse, além, ainda, da redução do risco de doenças como hipertensão, obesidade e diabetes.

Muitos praticantes de musculação aproveitam os benefícios dos suplementos alimentares para melhorarem o rendimento, ou seja, o ganho de músculos.

 

Exercício físico + dieta equilibrada

 

Para a pessoa desfrutar de vida saudável ela tem a necessidade de aliar o exercício físico à dieta balanceada, contemplando alimentos de todos os grupos, sobretudo, nas quantidades adequadas.

 

Alimentação e atividade física

 

A alimentação tem função importante na atividade física já que prepara o organismo para o esforço, fornecendo-lhe os nutrientes necessários (de acordo com o tipo de exercício) para alcançar o objetivo, seja a perda de peso ou, seja o ganho de massa muscular.

 

 

 

 

Observação importante

 

Desde já, logo de início, é preciso esclarecer, entretanto, que suplementos alimentares só devem integrar a dieta sob orientação de especialista.

A questão é por importante porque o uso inadequado de suplementos pode prejudicar todo o esforço e frustrar os resultados.

 

Recurso em alta

 

Na atualidade, a suplementação é recurso bastante utilizado, especialmente, por quem quer, ou quem precisa, ganhar massa muscular.

Para que a suplementação alimentar ocorra de forma correta, todavia, o conselho é o de que seja feita com o acompanhamento de profissional especializado na área.

Por quê? Porque suplementos alimentares são produtos que têm a função de complementarem a dieta. E, é bem por isto que é feita a recomendação de que só devem ser indicados por quem entende do assunto, isto é, por profissional.

 

Riscos sérios à saúde

 

Não se pode ignorar o fato de que a suplementação envolve nutrientes como vitaminas, minerais, ervas, aminoácidos, enzimas, entre outros que, muitas vezes, em razão de alimentação incorreta, estão em falta no organismo.

É, justamente, neste momento que entra a importância da orientação de profissional qualificado. Se isto não for feito, portanto, o paciente corre sérios riscos de prejudicar ainda mais a saúde.

 

Bons resultados

 

Se forem bem empregados, os suplementos alimentares geram, por exemplo, a melhora do humor, diminuem o tempo de recuperação de músculos, aperfeiçoam o processo de emagrecimento e, ainda, aumentam a imunidade.

Se, todavia, forem usados sem controle e com indicação inadequada podem resultar em problemas intestinais, hepáticos e renais, além, igualmente, em taquicardia, coceira, vômitos, tremores, asma, sudorese intensa e dificuldades respiratórias.

Resumo da história

Em outras palavras, isto que dizer que se a pessoa quer adquirir massa muscular pode, sim, usar suplementos alimentares, mas, isto somente pode ser feito com supervisão profissional.

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O que são suplementos alimentares?

 

Os suplementos não são nada mais do que elementos químicos, caso de vitaminas, minerais e aminoácidos que complementam a alimentação. De forma em geral, são usados por pessoas com carência nutricional ou, então, por praticantes de desportos que precisam repor perdas nutricionais durante as atividades, ou, ainda, para melhorarem o desempenho físico.

 

Prescrição médica ou nutricionista

 

Importante se faz reforçar a importância da necessidade da prescrição médica ou nutricionista para que a ingestão de suplementação seja feita sem problemas.

A recomendação é séria: não deve ser utilizado nenhum tipo de suplemento ou medicação sem a correta indicação de profissional habilitado.

 

Suplementação para alcançar hipertrofia

 

Alcançar corpo musculoso não é fácil. Para isto é preciso seguir de modo rígido, dieta alimentar, treino e descanso.

Não observando estes três fatores se torna, praticamente, impossível alcançar a hipertrofia muscular (aumento dos músculos).

Proteína, elemento-chave

 

Para chegar ao objetivo de obter músculos fortes, em se tratando de suplementação, a peça-chave é a proteína.

Proteínas são componentes alimentares que fornecem os aglomerados fundamentais para o corpo construir o tecido muscular.

Simultaneamente, as proteínas ajudam a restauração de eventuais lesões ocorridas em algum treinamento pesado.

Inúmeras são as fontes proteicas, entre as quais, o destaque fica para o Whey Protein, derivado do leite, já que é bastante eficaz pela rapidez na absorção.

Benefícios da suplementação alimentar para o corpo humano

 

Usar o tipo correto e a quantidade adequada são aspectos fundamentais para conquistar os benefícios da suplementação.

Vários são os benefícios gerados ao corpo pela suplementação.

Acompanhe!

 

  • Multivitamínicos fornecem os micronutrientes que o organismo do atleta ou praticante de musculação necessita. Simultaneamente, além de melhorarem o sistema imunológico, são indicados, também, para pessoas com deficiência de certas vitaminas.

 

  • Suplementos pré-treino aumentam o foco, a resistência e a força muscular. Ademais, a proteína contribui para repor as necessidades proteicas diárias. Sendo assim, há contribuição significativa para a hipertrofia e para a perda de gordura corpórea.

 

  • Compostos por aminoácidos contribuem para a recuperação e a regeneração muscular, evitando o catabolismo.

 

  • Hipercalóricos beneficiam pessoas com dificuldade de ganho de massa corporal ou praticantes de atividades extenuantes.

 

  • Termogênicos geram o benefício do aumento do metabolismo, contribuindo, portanto, para maior disposição, além de favorecem a “queima” de gordura.

 

  • Suplementos antioxidantes contribuem para a limpeza do organismo, já que eliminam os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento precoce.

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Suplementos para ganhar massa muscular

 

Quando se trata de ganhar massa muscular são usados os suplementos alimentares proteicos.

A utilização destes alimentos é recomendada exclusivamente para pessoas que praticam atividades físicas regulares.

A proteína é utilizada para evitar o catabolismo, processo realizado através de hormônios liberados no organismo após os exercícios físicos, que pode quebrar os ganhos musculares obtidos no treinamento.

Dois são os tipos de suplementos de proteína. A diferença que há entre eles é o nível de absorção, já que um é de alta (rápida) e o outro é de baixa (lenta) absorção.

A creatina, a glutamina e o Tribulus terrestris são carboidratos de rápida absorção; enquanto que os BCAAs são exemplos de suplementação para ganhar massa muscular.

 

Tipos de suplementos

 

De acordo com os objetivos, os suplementos dividem-se em diferentes tipos.

A finalidade deles serve para:

> Ganhar massa muscular.

> Promover maior gasto calórico.

> Aumentar o peso.

 

  • Suplementos hipercalóricos

 

São os que fornecem acentuada dose de calorias para facilitar a vida de quem não consegue ganhar peso.

Recomendados para pessoas que têm o metabolismo acelerado, fato que resulta na dificuldade de ganhar peso.

O consumo dos hipercalóricos contribui para ganhar massa corporal, magra ou gorda.

Maratonistas ou atletas de atividades de longa duração, igualmente, costumam fazer o uso deste tipo de suplemento.

Contam, na composição, com proteínas e elevada concentração de carboidratos. Os de algumas marcas, inclusive, possuem aminoácidos, vitaminas e sais minerais.

Pelo fato da sua apresentação ser em pó, podem ser misturados a shakes, água, sucos ou vitaminas de frutas.

 

Recomendação importante

A recomendação é a de sejam consumidos, geralmente, junto com o desjejum, mas, muita atenção: não é aconselhado substituir nenhuma refeição pelo suplemento, já que se trata de complemento e não de substituto.

Outro detalhe importante a ser observado: pessoas com problemas renais ou hepáticos devem consultar especialista antes de consumir suplemento alimentar.

De semelhante modo, por conterem carboidrato em excesso, pessoas diabéticas também têm que consumir suplementos alimentares somente com prescrição médica.

A alimentação balanceada, todavia, ainda é a melhor e a mais saudável forma de ganhar ou de manter o peso.

 

Suplementos proteicos

 

Trata-se da suplementação preferida de quem pratica exercícios, especialmente os ministrados em academias, pois se trata de suplementação composta à base de proteína.

É, justamente, por esta razão que os suplementos proteicos são indispensáveis tanto para quem quer aumentar o nível da massa magra quanto para quem quer perder tecido adiposo (gordura).

 

Tipos de suplementação proteica

 

Vários tipos de suplementação proteica estão disponíveis no mercado. Conheça alguns.

  • Albumina: proveniente da clara do ovo desidratada tem boa qualidade e é de baixo custo. Rica em BCAAs (aminoácidos importantes para aumentar a energia e para reconstruir músculos). Tem, ainda, vitaminas do complexo B, potássio, fósforo e ferro, contribuindo para a manutenção do peso, já que a absorção é lenta e por isto a sensação de saciedade é maior.
  • Caseína: proteína rica em aminoácidos essenciais, isto é, necessários ao organismo. Só é obtida através da alimentação, principalmente pelo consumo de leite de vaca ou de suplementação.

Trata-se de aminoácidos como a glutamina, (ajuda o crescimento muscular), e a arginina (contribui para a liberação natural do HGH, o hormônio do crescimento).

É de lenta absorção, nutrindo os músculos por mais tempo, evitando o catabolismo proteico.

 

Outros tipos de proteínas

  • Proteína da carne. Há dois tipos: hidrolisada e isolada. O consumo é indicado para pessoas intolerantes à lactose, que não podem consumir o Whey Protein.

Possui todos os aminoácidos essenciais para o organismo que a carne oferece, com a vantagem de não possuir as gorduras.

Dispõe, ainda, de arginina, de glicina e de metionina.

  • Proteína da soja: bastante usada para recuperar músculos, sendo, por isto mesmo, mais consumida no pós-treino. Possui arginina, BCAA e antioxidantes.

Tem como componente, a isoflavona, que contribui para manter o colesterol estável, além, igualmente, de acelerar o metabolismo.

Contribui, ainda, para a reconstrução muscular.

  • Whey Protein: trata-se do suplemento mais usado e mais conhecido pelos frequentadores de academias. Tem como componente a proteína do soro do leite. Conta, da mesma forma, com alta concentração de glutamina e de BCAAs.

Há três tipos de Whey:

> Concentrado.

> Isolado

> Hidrolisado.

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Profissionais indicados

 

Nutrólogos e nutricionistas são os profissionais indicados para definirem o tipo e a quantidade para consumo de suplementos, de acordo com os objetivos, a rotina diária e o peso do paciente.

Perigo do excesso suplementar

 

O consumo excessivo de suplementos de proteína pode sobrecarregar os rins e o fígado, e, também, gerar sobrepeso.

 

Versões

 

Além da versão em pó (cápsulas), suplementos de proteína são encontrados em forma de barra ou de líquido.

 

Suplemento vitamínico

 

Em razão da correria do dia-a-dia, para muita gente fica complicado manter alimentação ideal, completa.

Por causa da falta de tempo, muitas pessoas acabam “pulando” refeições ou, então, fazem refeições rápidas, com poucos nutrientes.

Para obter as vitaminas e os minerais na quantidade ideal há a necessidade da pessoa, contudo, consumir pelo menos de cinco a nove porções de frutas, legumes e verduras todos os dias.

Como, no entanto, muitas vezes o consumo ideal fica difícil ou até inviável, muitas pessoas recorrem aos suplementos vitamínicos para a complementação da alimentação.

 

Vitaminas, micronutrientes essenciais

 

Para a manutenção do organismo, as vitaminas são micronutrientes essenciais, porém, ele não as produz. As vitaminas, por esta razão, são obtidas, principalmente, através da alimentação. Trata-se das vitaminas A, C, D, E, K, bem como as do complexo B.

Excesso de vitaminas causa prejuízos

 

Muita atenção precisa ser dada ao fato de que o excesso de algumas vitaminas é capaz de gerar graves prejuízos ao organismo, caso, por exemplo, de distúrbios neurológicos e de sangramentos.

 

Vegetarianos

 

Grupos de pessoas que têm alimentação específica são mais suscetíveis a consumirem suplementos.

Exemplo são os vegetarianos que, muitas vezes, precisam de complementos de vitaminas do complexo B, geralmente encontradas em alimentos de origem animal.

As gestantes, por sua vez, precisam consumir suplementos com ácido fólico.

Já os idosos carecem de suplementos de cálcio e, ainda, pessoas anêmicas, precisam ingerir suplementos à base de ferro.

Pela complexidade e, também, pela importância de complementar a alimentação se torna primordial buscar assistência médico-nutricional para fazer uso de qualquer tipo de suplementação.

 

Suplemento termogênico

 

Para quem tem dificuldade para emagrecer, os suplementos termogênicos são os mais indicados, porque eles contribuem para acelerar o metabolismo e fazem com que o corpo “queime” mais calorias ao longo do dia.

Vários alimentos termogênicos são úteis para a redução da gordura. Veja!

> Gengibre.

> Pimenta.

> Chá verde.

> Canela.

Além disto, contribuem, também, para o aumento da temperatura corporal.

Os suplementos termogênicos são compostos por cafeína, sinefrina (estimulante natural para perder peso) e ioimbina (estimulante sexual).

Como resultado dos efeitos do consumo de termogênicos ocorre a diminuição do apetite, cuja ação é estimulante ao metabolismo.

Além, é claro, de auxiliar o desempenho em atividades físicas (treinos) proporcionando maior disposição.

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Efeitos colaterais de suplementos

 

Os suplementos, entretanto, possuem efeitos colaterais. São os casos, por exemplo, de insônia, dor de cabeça, falta de concentração, taquicardia, aumento da pressão arterial, irritação e enjoos. Pessoas com problemas cardíacos, diabetes e hipertensão, por esta razão, não podem consumir este tipo de suplemento.

 

 Equilíbrio entre treinos de musculação e suplementação

 

Suplementos são complementos e não finalidade por si só, já que sozinhos não definem o corpo.

O ganho de músculos requer tempo, disciplina, execução correta de atividades físicas, de repetições e de carga de exercícios.

Seja qual for o objetivo, ele só será alcançado com dedicação, acompanhado por rotina de exercícios para obter condicionamento físico e resistência.

Recomendações importantes

 

Respeitar limites e não exercitar o mesmo grupo de músculos em dias consecutivos (para crescer, o músculo precisa descansar) são regras importantes que precisam ser observadas de modo severo.

A dica é alternar os exercícios e para isto é muito importante a ajuda de instrutor para montar planilha de exercícios com carga e repetições de acordo com o perfil de cada um.

 

Auxílio importante

 

A suplementação alimentar, com certeza, ajuda bastante, pois ela contribui para os resultados sejam alcançados de maneira mais rápida. É claro, que isto acontecerá desde que seja dada continuidade à rotina de exercícios e à dieta balanceada e equilibrada.

A suplementação exerce a função de complemento a mais para contribuir e para acelerar a conquista de objetivos.

 

Importância da dieta para fortalecer músculos

 

Se a/o praticante de musculação não seguir alimentação adequada, de muito pouco adiantará a realização de exercícios.

A ação de ganhar massa muscular está alicerçada no seguinte tripé:

< Musculação.

< Nutrição

< Descanso.

Observando estes três aspectos, é possível alcançar a energia necessária para a construção de músculos fortes e saudáveis.

Não se pode esquecer, igualmente, que é preciso adotar alimentação regrada e balanceada para obter músculos definidos.

Hidratação

 

Não menos importante, ao mesmo tempo, aparece a necessidade da hidratação do corpo, já que, se as células estão bem hidratadas, a síntese de proteínas ocorrerá mais facilmente.

O mesmo acontece também com a necessidade de dormir, pois, boa noite de sono é ideal para a recuperação muscular e para a produção hormonal.

 

Nutrientes essenciais para recuperar músculos

 

Segundo informações de especialistas, vários são os nutrientes essenciais para o crescimento e para a recuperação muscular.

Acompanhe!

 

  • Carboidratos

São fontes de energia do corpo e preservam, também, as proteínas, porque se o consumo de carboidrato for insuficiente, a primeira alternativa de fonte de energia que o corpo vai ter será a proteína. Em acontecendo isto, ela não executa mais a sua função, qual seja a de aumentar, recuperar e reparar os tecidos musculares.

Diante deste quadro, fundamental se torna o consumo de carboidratos complexos, uma vez que eles têm mais fibras e são de absorção lenta. Os carboidratos simples, por sua vez, são os responsáveis pelo aumento do tecido adiposo (gordura) e de calorias vazias.

Exemplos de carboidratos complexos são:

> Arroz integral.

> Aveia.

> Pão integral.

> Batata doce.

> Abóbora.

> Brócolis.

> Iorgute ligth.

  • Proteínas

São extremamente importantes para o aumento da massa magra. Por isto, para quem pratica musculação é recomendado o consumo proteínas em grandes quantidades em todas as refeições. As proteínas são encontradas em alimentos como:

< Ovo.

< Carne.

< Peixe de escamas.

< Frango.

< Leite e derivados.

  • Lipídeos

Tendo como origem a síntese de hormônios como a testosterona (importante para o processo de crescimento muscular), os lipídeos são necessários para a obtenção de vitaminas lipossolúveis, caso, por exemplo, da A, D, E e K. Estão presentes nas gorduras mono e poli-insaturadas provenientes de peixes de escama, vegetais e azeite de oliva.

 

Alimentos para ganho de massa muscular

 

Os principais alimentos indicados para o ganho de massa muscular são:

> Sardinha.

> Feijão com arroz.

> Ovo.

> Batata doce.

> Banana.

> Azeite.

> Óleos vegetais.

 

Hora de consumo

 

Estudiosos informam que é preciso se alimentar pelo menos meia hora antes dos exercícios com carboidratos complexos e frutas. E, depois do treino, principalmente, com proteínas.

Suplementos para musculação masculina

 

Quem consome mais suplementos alimentares para ganhar massa são os homens. É muito difícil, portanto, encontrar frequentador de academia que pratica com regularidade os exercícios de musculação que não utilize algum tipo de suplemento.

Os principais (melhores) suplementos para o ganho de massa muscular são:

  • Creatina. Naturalmente produzida pelo corpo, também está presente em alimentos de origem animal. Ela ajuda a aumentar a massa muscular, pois amplia a fonte de energia do organismo o ATP (adenosina trifosfato), responsável pelo armazenamento de energia.

Ajuda o aumento da força física durante o treino, permitindo que ele seja mais intenso.

Auxilia, ainda, a recuperação muscular.

 

Testosterona

Entre os suplementos que ajudam a aumentar a testosterona (hormônio masculino responsável pelo crescimento muscular) podem ser citados, como exemplos, o ZMA, o Tribulus terrestris, DAA, Gamma Oryzanol.

Por extensão, eles também contribuem para o aumento da massa muscular.

Principais suplementos 

  • Proteína. Ideal para quem quer ganhar massa muscular. O Whey Protein é o mais indicado para atividades de musculação, já que é proteína de rápida absorção.

A albumina também é excelente, porém, não tem paladar muito agradável. Além do mais, é de absorção mais lenta.

 

  • Maltodextrina. Carboidrato de absorção rápida empregado na reposição de energias durante treino prolongado. Diminui, ainda, a fadiga muscular.

 

  • Óxido nítrico. Propicia o aumento dos vasos sanguíneos e, por extensão, o fluxo de nutrientes, gerando, em contrapartida, o aumento da força e do volume muscular.

 

  • Hipercalóricos. Usados por homens que querem ganhar peso de forma rápida e imediata. É preciso adotar cuidados porque se o uso de hipercalóricos não for combinado com a prática de exercícios musculares, o efeito será o aumento do tecido adiposo, ou seja, da gordura.

 

Suplementos para musculação feminina

 

Primeiramente usados exclusivamente por homens, os suplementos para definição muscular estão ganhando adesão crescente por parte do sexo feminino.

 

  • Whey Protein. Contribui para a hipertrofia mais balanceada. Deve ser consumido pós-treino uma vez por dia para repor os nutrientes perdidos durante os exercícios.

 

  • Termogênicos. São os suplementos pré-treino para o público feminino, uma vez que contribuem para acelerar o metabolismo e a “queima” de gordura mais rápida e de maneira mais eficiente.

 

  • BCAAs representam as cadeias de aminoácidos que são as responsáveis pela manutenção dos processos vitais dos músculos. Podem, tranquilamente, ser ingeridos antes ou depois dos exercícios.

A glutamina ajuda, igualmente, a recuperação pós-treino.

 

  • Multivitamínicos. A cafeína, o chá verde, o colágeno e o óleo de prímula são suplementos muito usados por mulheres por causa das propriedades diuréticas e termogênicas.

Suplementos para musculação de iniciantes

 

Inúmeras são as opções de suplementação para crescimento, definição, recuperação e reparação muscular.

Quando se trata, todavia, de iniciar exercícios físicos, sobretudo, os de musculação, é importante considerar que os resultados não serão obtidos de forma imediata, da noite para o dia, e nem mesmo com o melhor e o mais caro suplemento do mercado.

É preciso ter paciência, persistência e disciplina nos exercícios. Além, é evidente, de seguir alimentação balanceada e, ainda, descanso.

O suplemento ajuda, porém, não faz milagre.

Os melhores complementos para iniciantes são:

  • Proteínas em pó. Caseína, proteína da carne, albumina e o Whey Protein. Eles podem ser ingeridos junto com sucos, vitaminas e shakes.
  • Creatina e o BCAAs. Os três elementos básicos juntos, Whey + creatina + BCAAs, formam conjunto importante para promover o crescimento muscular.

Suplementos para musculação

 

A proteína de elevado valor biológico (Whey) é um dos suplementos mais conhecidos e, por isto, dos mais usados por praticantes de exercício de musculação.

Acontece que, quando se pratica exercícios de força, os músculos sofrem microlesões e, nesta hora entra a importância deste tipo de suplemento, uma vez que ele contribui para a reparação e a recuperação dos músculos, deixando-os maiores e mais fortes.

O Whey, igualmente, além de contribuir para o aumento muscular, ajuda a reduzir o colesterol LDL.

Também é importante para o controle dos níveis de glicose no sangue e, ainda, para a estabilização da pressão arterial.

O suplemento Whey é formado pela proteína do soro do leite. Possui alta concentração de glutamina e BCAAs.

Dos suplementos de proteína, o Whey é o que mais fornece aminoácidos essenciais sem o acréscimo de colesterol e de gordura.

Versões do Whey Protein

 

O Whey Protein é encontrado nas seguintes formas:

  • Whey Protein Concentrado: constituído por 70% a 80% de proteína. O restante são carboidratos e gorduras.
  • Whey Protein isolado: composto por até 95% de proteínas. Algumas marcas o apresentam sem conter nada de carboidratos, por isto, é ideal para dieta de emagrecimento.
  • Whey Protein hidrolisado: resulta de processo chamado hidrólise, no qual é feita a quebra das cadeias proteicas em fragmentos menores de peptídeos.

Possibilita o aceleramento da absorção do suplemento pelo organismo.

O Whey pode ser consumido ao acordar, mas, a principal recomendação é a de que isto ocorra logo após as atividades físicas.

É importante para quem quer emagrecer e não quer perder massa muscular, pois, auxilia o controle dos níveis de açúcar no sangue, além de saciar, ainda, a fome de modo mais rápido do que as outras proteínas.

 

Cuidados com excesso de suplementação

 

O uso inadequado e/ou excessivo de suplementos alimentares pode, portanto, gerar danos a órgãos vitais. Por isto, portanto, há a necessidade de reforçar a orientação de que, antes de utilizar qualquer tipo de suplementação é preciso buscar orientação adequada.

O exagero de suplementação pode sobrecarregar os rins, causando até insuficiência renal.

Além disto, o excesso também é prejudicial ao fígado.

Pesquisas demonstraram que o consumo inadequado de suplementos à base de betacaroteno, por exemplo, aumenta o risco de câncer do pulmão.

Já o selênio está relacionado ao câncer de pele, enquanto que a vitamina E está associada ao câncer de próstata.

E, por fim, o ácido fólico e a vitamina B podem aumentar o risco de câncer colorretal.

 

Resultados de excessos

 

O excesso de suplementação à base de proteína (Whey ou albumina) pode causar danos aos rins, formando, por exemplo, cálculos renais (pedras nos rins).

Da mesma forma, igualmente, podem ser observados sintomas desagradáveis como

< Transpiração excessiva.

< Flatulência.

< Batimentos cardíacos acelerados.

< Hipertensão arterial.

< Desidratação.

< Aumento de peso.

< Sobrecarga hepática.

< Arritmia cardíaca.

Lembrete:

A recomendação, portanto, é a de buscar ajuda de nutricionista, nutrólogo ou médico para prescrever a quantidade diária necessária para o consumo seguro de qualquer suplemento.

Persistência e disciplina

Essenciais para alcançar sucesso no processo do ganho de massa muscular são os aspectos da disciplina e da persistência. Atenção, pois, a eles.

Buscar ajuda de especialista também é essencial ao sucesso, já que somente ele/a é capaz de indicar o suplemento necessário para cada tipo de organismo.

Ademais, é preciso considerar que tomar diversos suplementos não adiantará em nada se eles não estiveram acompanhados de alimentação adequada e balanceada.

Estratégias de alimentação

 

Alimentação balanceada e adaptada à rotina dos treinos é de fundamental importância para permitir que praticantes de atividade física alcancem objetivos como desempenho, controle de massa, ou, simplesmente, bem-estar.

Escolher alimentos mais adequados estimula metabolismo e fornece nutrientes para as diversas funções específicas desenvolvidas durante a atividade física porque cada nutriente desempenha um papel importante nesta hora.

  • Carboidrato

É o combustível vital para o desempenho esportivo. O consumo adequado de carboidratos na dieta protege contra a fadiga e proporciona mais energia, aumentando a capacidade do individuo permanecer em atividade por mais tempo.

Principais fontes: pão, batata, biscoitos, cereais, massas entre outros.

 

  • Proteínas

Responsável pela formação e a manutenção das células que regulam a formação de hormônios e anticorpos. Na atividade física, portanto, são responsáveis pelo ganho e pela definição de massa muscular, além, é claro, de contribuir para o fornecimento de energia.

Principais fontes: carnes, ovos, leites e derivados, feijão e soja.

 

  • Gordura

Apesar de ser fonte de energia quando está armazenada no corpo, a gordura do alimento não é a melhor fonte de energia para momentos próximos ao treino. Uma vez estocada no corpo, a gordura tem capacidade duas vezes maior do que os carboidratos e as proteínas. Por conta disto, portanto, são utilizadas como fonte de energia em exercícios aeróbios.

Consumir com moderação é importante para controle do peso, sendo que é preciso dar preferência às gorduras saudáveis, do tipo poli e monoinsaturadas, que protegem o sistema cardiovascular.

Fontes: óleos vegetais, castanhas e peixes de escama.

 

  • Vitaminas

São essenciais para o metabolismo, para a manutenção das funções fisiológicas do organismo e o bem-estar físico.

Elas participam, na forma de enzimas, de todas as reações que ocorrem no organismo.

 

  • Minerais

Promovem o funcionamento adequado dos sistemas do corpo, caso, por exemplo, da formação e da manutenção de ossos e dentes, do equilíbrio de líquidos e de substâncias do corpo. Também auxiliam vitaminas e enzimas na reação dos processos metabólicos.

Durante a atividade física, desempenham importante papel na contração muscular.

 

  • Fibras

Favorecem o bom funcionamento intestinal, proporcionando bem-estar.

As principais fontes são: verduras, legumes, frutas e carboidratos integrais.

 

Uso com água

 

A recomendação é a de que seja feita a distribuição destes nutrientes nas refeições diárias de acordo com necessidade individual intercalada, contudo, à ingestão de água, já que se trata de excelente estratégia para alcançar alimentação balanceada.

Nutrição adequada garante bons resultados

 

A musculação é a atividade física mais procurada por pessoas que desejam ter corpo definido e ganho de peso saudável.

Se bem orientada, a propósito, esta atividade é até mesmo indicada para idosos, portadores de doenças como osteoporose, diabetes, hipertensão, além, é evidente, de servir de apoio para outras modalidades.

Os resultados, porém, nem sempre são os esperados. Por isto, não é raro que praticantes se deparem com avaliações físicas que demonstram pouco ou nenhum desempenho satisfatório após tempo de dedicação ao exercício.

 

Risco à vida

 

Situação deste gênero pode levar o praticante a abandonar a atividade, perder motivação para a prática ou, até mesmo, usar recursos como suplementos alimentares, anabolizantes, e farmacológicos, colocando em risco, muitas vezes, a própria vida.

Na verdade, não há a necessidade de abandonar a atividade, ou, então, procurar recursos “fáceis”. O que é preciso fazer é estabelecer programa alimentar personalizado e treinos específicos para alcançar o objetivo.

 

Cardápio ideal

 

A elaboração de cardápio para o praticante de musculação precisa ser individualizada. Precisa conter carboidratos complexos, principalmente, ricos em fibras (pão, arroz e massas nas versões integrais), frutas (fonte de vitaminas e minerais), vegetais de cores variadas e óleos vegetais (principalmente azeite de oliva).

As proteínas, nutrientes de extrema importância para este grupo, devem, por esta razão, estar presentes na dieta, contudo, na medida certa, evitando a ingestão excessiva de proteínas, aminoácidos e carboidratos, substâncias presentes nos suplementos, porque, como já vimos, eles podem causar danos a órgãos como o fígado e os rins, prejudicando a saúde.

Recomendação fundamental

 

A indicação de nutrientes nos suplementos deve ser apenas para corrigir possível deficiência no organismo.

Não se pode esquecer jamais que a dieta alimentar balanceada associada à prática orientada pelo educador físico de atividade física é a grande verdade na busca de mais saúde e de maior qualidade de vida.

 

https://blogeducacaofisica.com.br/suplementos-alimentares-nas-academias/

 

 

Cumprimento de metas

 

Planejar pequenas metas é questão fundamental. A partir do momento em que a pessoa alcança as

metas iniciais ficará mais fácil alcançar o objetivo final.

Lembre-se do tripé:

> Exercícios.

> Alimentação.

> Descanso.

O resultado, portanto, só depende da força de vontade.

Siga, pois, em frente, alcance sucesso e seja feliz, MUITO FELIZ!

 

https://blogeducacaofisica.com.br/suplementos-alimentares

 

 

O que são e como funcionam os termogênicos?

 

 

Termogênico é suplemento utilizado para perder peso rápido com saúde.

Saiba o que são e como funcionam os termogênicos acompanhando este post.

 

Termogênese

 

Termogênese é o desenvolvimento regular e contínuo de calor em seres vivos.

Ocorre em todos os animais de sangue quente e, também, em algumas espécies de plantas termogênicas, como é o repolho oriental, o lírio vodu, entre outros.

 

Ação dos termogênicos

 

Os termogênicos são substâncias que agem aumentando a temperatura corporal através da estimulação dos sistemas cardiovascular, respiratório e nervoso central.

Os resultados da termogênese são o aumento do metabolismo basal e a queima maior de gordura, aspectos, portanto, que ajudam a pessoa a emagrecer.

 

Dieta associada à suplementação alimentar

 

Nutricionistas recomendam a quem quer perder peso, a adoção de dieta que, por sinal, poder ser associada à suplementação alimentar.

Paralelamente às proteínas, há outras aliadas à disposição de quem deseja emagrecer. É o caso, por exemplo, dos termogênicos.

Metabolismo acelerado garante gasto de energia maior e, consequentemente, impulsiona o emagrecimento.

 

O que é um termogênico?

 

Já vimos que a palavra termogênese pode ser definida como a produção de calor dentro do corpo.

Trata-se, portanto, de mecanismo que leva, em maior ou menor quantidade, à “queima” de calorias.

Os termogênicos contêm cafeína, estimulante do SNC (sistema nervoso central) que exerce a função de acelerar o metabolismo, elevando a termogênese, promovendo a produção de energia gerada pela “queima” da gordura corporal.

Por que o termogênico é usado para emagrecer?

 

O termogênico ideal é desenvolvido para contemplar múltiplos mecanismos de ação que levam ao emagrecimento, à redução da inflamação crônica (metainflamação), ao aumento da diurese e à redução do estresse oxidativo diretamente ligado a série de doenças.

Termogênicos naturais

O mecanismo de funcionamento mais conhecido dos termogênicos é o aumento da “queima” de calorias gerada pela aceleração do metabolismo.

Gengibre, pimenta, guaraná, chá verde, açafrão e feijão branco são termogênicos naturais.

 

 

 

Interação ideal

 

Para acontecer a perda de peso de forma saudável, o ideal é a interação entre termogênicos naturais (gengibre, pimenta, guaraná e chá verde, etc.) com outros nutrientes que propiciam o emagrecimento.

São os casos, portanto, dos nutrientes que aumentam a diurese, a exemplo do hibisco, que ajuda a eliminar líquido retido em excesso pelo organismo.

Em conjunto com a eliminação de líquido retido em excesso, ocorre, igualmente, a eliminação de diversas toxinas produzidas pelo corpo.

As fibras, especialmente as prebióticas, por sua vez, diminuem a inflamação e a permeabilidade intestinal, além de proporcionarem a sensação de saciedade.

Antioxidantes naturais

 

Antioxidantes naturais provenientes de frutas e de alguns tipos de chás, por exemplo, de maneira semelhante, reforçam os mecanismos de defesa contra os radicais livres.

 

Fator importante

 

Questão importante a ser considerada no processo de emagrecimento é a sensação de bem-estar.

O açafrão e o feijão branco, por exemplo, contêm substâncias que ajudam a diminuir a ansiedade e, consequentemente, a compulsão alimentar, porque elas atuam no cérebro, aumentando a produção ou a quantidade disponível de dopamina e de serotonina, neurotransmissores responsáveis pela sensação de felicidade, de motivação e de prazer.

Quem pode usar o termogênico?

 

Além de serem indicados para atletas, os termogênicos também podem ser usados por pessoas que:

> Estão em dieta para a redução de peso.

> Pretendem aumentar o metabolismo basal.

> Querem mais disposição e energia.

 

Disponíveis no mercado

 

Existem no mercado, combinações termogênicas que auxiliam o processo de emagrecimento de forma eficiente e segura. Basta, portanto, se informar a respeito das melhores opções antes de fazer a aquisição.

 

Indicação de consumo

 

A recomendação de consumo aponta para dois momentos:

  • Antes das refeições.
  • Antes da prática de atividades físicas.

Ingestão antes das refeições

 

Ao ser ingerido pouco antes do fim de períodos de jejum, quando o organismo está ávido por nutrientes, os termogênicos que contém na formulação ingredientes nutracêuticos ricos em propriedades funcionais, beneficiam ainda mais a saúde.

 

 https://prosaudelojas.com.br/como-prevenir-a-hipertensao-arterial/

 

Praticantes de atividades físicas

 

Quem realiza exercícios físicos regulares costuma ingerir termogênicos antes de iniciar a sessão de atividades.

A ingestão pode acontece em conjunto com a de fontes de carboidratos. Desta forma, os mecanismos são ativados e se somam, pois, aos próprios benefícios do exercício físico na redução de peso e no ganho de saúde.

 

Eventuais dúvidas sobre termogênicos

 

Várias perguntas são feitas quanto ao uso de termogênicos. Acompanhe algumas.

 

  • Termogênico é chá?

Não. Pode, contudo, ser consumido com água quente ou fria.

 

  • Tem cafeína?

Sim. Praticamente todos os termogênicos têm cafeína, sendo que alguns usam a sintética ou a anidra. Outros adotam a extraída de fonte natural, já que é mais saudável.

 

  • Termogênico pode causar taquicardia?

Pessoas que possuem sensibilidade à cafeína podem sentir efeito maior da ação deste ingrediente. Precisam, por este motivo, dar maior atenção à questão antes de decidirem pelo uso.

 

  • Gestantes podem usar?

Não. Em virtude da presença de cafeína na fórmula, não é recomendado o uso de termogênicos por gestantes e lactantes.

 

https://www.essentialnutrition.com.br/conteudos/termogenico-o-que-e-e-como-usar/    

 

Alimentos termogênicos

 

Conheça alguns alimentos que são termogênicos naturais.

  • Canela

Adicionar canela a frutas e/ou ao leite ou, ainda, consumir na forma de chá.

  • Gengibre

Usar raspas de gengibre na salada, em sucos ou fazer chá.

  • Pimenta vermelha

Utilizar para temperar carnes magras, sopas e cozidos.

  • Café

Cuidado, todavia, para não consumir em excesso. No máximo, menos de 100 ml por dia.

  • Chá de hibisco

Tomar, no máximo, três xícaras por dia.

  • Vinagre de maçã

Usar para temperar saladas.

  • Água gelada

Beber pelo menos 2,5l. de água por dia.

  • Chá verde

Deve ser consumido entre as refeições.

https://prosaudelojas.com.br/alimentos-nocivos-a-imunidade/

Alimentos termogênicos para emagrecer

 

Entre os principais alimentos termogênicos estão a pimenta e o gengibre. Ambos precisam ser consumidos diariamente para emagrecer, já que, para terem o efeito potencializado, precisam fazer parte da rotina de vida saudável, caso, por exemplo, da alimentação balanceada e da prática frequente de atividades físicas.

Pelo fato de os alimentos termogênicos terem a propriedade de aumentarem a temperatura corporal e acelerarem o metabolismo, eles fazem, em consequência, que o corpo gaste mais energia e “queime” mais intensamente as gorduras.

Benefícios dos termogênicos

 

Paralelamente ao fato de ajudarem a perda de peso e a “queima” de gordura, os termogênicos geram, ainda, outros benefícios para o organismo.

Veja:

< Melhoram a circulação sanguínea.

< Previnem câncer de cólon e de ovário.

< Auxiliam o tratamento de gripes.

< Estimulam a digestão.

< Eliminam gases.

 

Forma de consumo de termogênicos

 

Além de constarem em alimentos naturais, termogênicos também podem ser consumidos em cápsulas. Em ambos os casos, por sinal, servem para ajudar o emagrecimento.

 

Efeitos colaterais e contraindicações

 

O consumo excessivo de alimentos termogênicos pode causar tontura, insônia, dor de cabeça e problemas gastrointestinais.

Em casos de insônia, problemas cardíacos, doenças na tireoide e na gravidez, deve ser evitado o consumo destes alimentos.

A mesma restrição vale para as crianças.

A ingestão de termogênicos é contraindicada para pessoas que sofrem de arritmia cardíaca, que têm histórico de infarto, além de outros problemas.

 

https://www.tuasaude.com/quais-sao-os-alimentos-termogenicos/

 

Qual é o melhor horário para tomar termogênico?

 

De modo em geral, a recomendação é a de que estes suplementos sejam consumidos cerca de 30 minutos antes da atividade física.

Como, porém, podem prejudicar o sono, fórmulas com cafeína devem ser ingeridas, de preferência, no período da manhã ou, no máximo, até o início da tarde.

Importante, ainda, se faz lembrar que o chá verde deve ser consumido entre as refeições, pois pode prejudicar a absorção de vitaminas e minerais no intestino.

Tipos de termogênicos

 

A pergunta que muitas pessoas fazem é: qual é o melhor termogênico para “queimar” gordura?

Conheça alternativas.

  • Epiburn Pro

Verdadeiro incinerador de gordura.

  • Lipo 6 black

Um dos primeiros termogênicos líquidos.

  • Therma Pro Hardcore

Produto considerado natural.

  • Ripped Fast

Não-natural, mas menos agressivo.

  • Oxyelite Pro

    :

Atua diretamente na quebra de gordura.

https://prosaudelojas.com.br/relacao-do-cancer-com-a-alimentacao/

Benefícios do suplemento termogênico

 

Nutricionistas esclarecem que são reais os benefícios do suplemento termogênico para a perda de peso.

Quem está na luta para perder peso, normalmente, recorre a vários recursos, sendo que os termogênicos estão entre eles, porque têm a função de “queimar” gordura e de acelerar o processo de emagrecimento.

 

Quanto tempo dura o efeito do termogênico?

 

A ingestão do suplemento é indicada para ocorrer, pelo menos, 30 minutos antes da atividade física, uma vez que se trata de tempo suficiente para a cafeína atingir o pico de concentração.

O efeito de um termogênico dura de três a quatro horas.

Problemas começam quando, durante o uso do produto, o resultado não é mais obtido, por isto, sem exercícios físicos, o termogênico não ajuda em nada, segundo explicam especialistas.

Ação consorciada

 

De acordo com nutrólogos, a ingestão isolada de termogênicos não leva à perda de peso significativa, já que, se o indivíduo continuar ingerindo mais calorias do que consegue “queimar”, vai engordar.

Para evitar isto, portanto, é fundamental consorciar os termogênicos com a dieta balanceada e a prática regular de exercícios físicos. Somente desta maneira, segundo especialistas, o gasto calórico será potencializado e favorecerá o emagrecimento.

Necessidade da indicação médica para tomar suplementos termogênicos

 

Pela razão de o uso de termogênico ser contraindicado em alguns casos, o certo é consultar profissional antes de tomar suplementos termogênicos, já que, muitas vezes, a pessoa nem desconfia de qualquer problema de saúde e descobre que sofre de hipertensão ou arritmia, por exemplo, em consultas médicas.

Frutas com poder termogênico

 

Além de estarem presentes na pimenta vermelha, no gengibre e no chá verde, as substâncias termogênicas também são encontradas em frutas. A casca da laranja, por exemplo, é rica em termogênicos, segundo informam nutrólogos.

O guaraná é outra fruta que também acelera o gasto calórico do corpo.

 

Quanto maior a ingestão, maiores são os benefícios

 

Em conformidade com afirmações de nutricionistas, o ideal é consumir termogênicos diariamente, mas, dentro de limite estabelecido para que o aumento do metabolismo não se torne prejudicial.

No caso do gengibre, a recomendação é a de fatia média diária ou colher de café da forma em pó.

Quem prefere o abacaxi pode comer uma fatia após o almoço ou jantar ou, então, tomar 200 ml de suco da fruta.

 

Alimentos termogênicos naturais para acelerar o metabolismo

 

Os alimentos termogênicos naturais ajudam a aceleração do metabolismo e a perda de peso. Isto, todavia, só acontece quando eles estão aliados à dieta adequada e à prática de exercícios físicos.

 

Termogênicos não são milagrosos

 

Os alimentos termogênicos, mesmo não sendo milagrosos, conseguem, porém, promover ótimos benefícios à saúde, sem contar que são naturais e fáceis de serem incluídos na alimentação.

Gasto de energia

 

Todos os alimentos que são consumidos promovem gasto de energia ao serem digeridos, aumentando a temperatura corporal, acelerando o metabolismo.

Os bons termogênicos induzem os processos de gasto calórico (termogênese) de modo diferenciado, já que, gastam mais calorias.

Os termogênicos têm, ainda, o efeito de aumentar o tempo de digestão, promovendo maior gasto energético para consumir as calorias e, igualmente, também “queimar” as reservas energéticas (gorduras).

 

Demais benefícios

 

Além do exposto anteriormente, os termogênicos, ainda, ajudam a melhorar o desempenho durante os treinos, melhoram a circulação sanguínea e estimulam o sistema digestivo.

 

Melhores alimentos termogênicos

 

De acordo com critérios de especialistas, são sete os melhores e, portanto, principais alimentos  termogênicos naturais, passíveis de serem inseridos na alimentação diária.

Confira a lista.

 

  1. Pimenta vermelha

O primeiro integrante da lista é a pimenta vermelha, também conhecida como pimenta dedo-de-moça ou pimenta calabresa. É importante, pois, possui capsaicina, (que garante o sabor ardido), bem como propriedades analgésica, energética, termogênica e antioxidante.

A capsaicina é substância capaz de estimular o metabolismo a fornecer energia, além de diminuir o apetite e ter efeitos potenciais no sistema nervoso.

A substância (capsaicina) estimula a liberação de hormônios, caso da adrenalina, da endorfina e da noradrenalina, sendo responsável, ainda, pela diminuição da sensação de fome e pelo aumento da sensação de bem-estar.

A recomendação é a de que o consumo da pimenta vermelha seja de três gramas por dia, podendo ser, portanto, facilmente incorporada a receitas quentes e saladas.

 

  1. Chá verde

O chá verde é feito a partir da planta Camellia Sinensis (que também dá origem ao chá preto) é bastante utilizado em todo o mundo.

Ajuda o emagrecimento, além de produzir muitos outros benefícios ao corpo.

Pelo fato de conter substâncias como as catequinas e a cafeína, o chá verde é capaz de acelerar o metabolismo, aumentar a temperatura corporal e promover o emagrecimento.

O chá promove a “queima” extra de até 100 calorias por dia, combate os radicais livres, tem ação antioxidante e auxilia processos anti-inflamatórios em caso de doenças crônicas.

O consumo do chá verde está, ainda, relacionado à melhora do sistema digestivo e à redução do colesterol “ruim”.

O consumo diário deve ser de, pelo menos, 750 ml, ou seja, três xícaras ou 10g de erva.

 

  1. Gengibre

Várias são as utilidades do gengibre, raiz de origem oriental. Isto decorre das suas propriedades funcionais.

A zingiberene é a responsável pela ação termogênica do alimento. A substância estimula a oxidação da gordura no interior de células, uma vez que acontece o aumento da temperatura corporal e, consequentemente, da necessidade calórica.

O gengibre possui, igualmente, efeito anti-inflamatório, que amplia o desempenho durante exercícios físicos, bem como auxilia a recuperação muscular.

Pela razão de ter baixo valor calórico, o gengibre pode ser consumido de diversas maneiras: misturado em sucos, vitaminas, molhos e pratos quentes.

A ingestão diária, seja da raiz in natura ou do pó de gengibre, deve ser de, no mínimo, três gramas.

 

  1. Canela

Especiaria bastante reconhecida, a canela é usada em receitas doces e combinada com frutas.

O potencial termogênico é complementado pela capacidade de contribuir com o combate à gordura da região abdominal, além de possuir alto teor de cálcio mineral e da facilidade de reduzir níveis de glicemia, bem como, regular a insulina.

Estudos também comprovaram a ação da canela no combate a doenças cardiovasculares e nos impactos positivos nos sistemas anti-inflamatório e antioxidante.

O consumo diário pode variar entre um quarto (1/4) a colher inteira de chá.

 

  1. Chá de hibisco

Produzido a partir da infusão da flor Hibiscus Sabdariffa seca, o chá de hibisco é cada vez mais usado. Por ter ação termogênica, amplia a temperatura do organismo enquanto acontece a digestão. Reduz, ainda, a pressão sanguínea em pessoas com hipertensão.

Exerce, igualmente, a função de acelerador do metabolismo.

Além disto, o chá de hibisco oferece, ainda, quantidades significativas de vitaminas do complexo B, (B1 e B2), cálcio, magnésio e potássio.

Por conter flavonoides, possui, igualmente, propriedades diuréticas.

A recomendação diária máxima é de 1 litro, preparado com duas colheres de sopa da flor seca. Pode completar outros alimentos, caso da canela, do limão e do gengibre.

 

  1. Alho

O condimento tem efeito termogênico, estimulando, portanto, o metabolismo e mantém os níveis de insulina mais baixos. Pode, ainda, ser adicionado às dietas para o controle da obesidade.

Figuram entre as propriedades benéficas do alho,

a regulação da pressão arterial e a redução dos níveis de colesterol considerado ruim.

É, ainda, relaxante natural das células nervosas, facilitando a passagem do fluxo sanguíneo.

Além disto, o alho possui propriedades anti-inflamatórias, que ajudam, igualmente, a fortalecer o sistema imunológico.

 

 

 

  1. Alimentos com cafeína

Na condição de aceleradora do metabolismo, a cafeína é estimulante natural que, por sua vez, gera ações muito positivas para o corpo e para a mente.

Também é responsável, ainda, pelo aumento da oxidação das gorduras e pela redução da oxidação de carboidratos.

Aumenta a disposição e a energia, melhorando o desempenho por ocasião de atividades físicas.

A cafeína, contudo, tem ligação com a liberação de adrenalina, hormônio anabólico, motivo pelo qual o seu consumo precisa ser rigidamente controlado.

O consumo de cafeína deve, portanto, ser orientado por profissionais, uma vez que pode causar disfunções gastrointestinais e cardiovasculares.

Além disto, pode gerar efeitos sérios para o cérebro, caso, por exemplo, da irritabilidade, da ansiedade, da insônia e da agitação.

Os principais alimentos que contêm cafeína são o guaraná em pó, o café e o chá mate.

Ela também está disponível no mercado em forma de suplemento.

https://prosaudelojas.com.br/produtos-naturais-no-combate-a-depressao/

Suplementos termogênicos

 

Paralelamente ao termogênicos naturais, há opções de suplementos termogênicos fabricados a partir de elementos naturais, caso, por exemplo, do guaraná em pó, da cafeína, da canela, da pimenta e do gengibre.

Os referidos suplementos podem ser consumidos com outros tipos de suplementações, como são os casos do Whey Protein, do BCAA e de multivitamínicos em geral.

Atenção, todavia, precisa ser dada ao fato de que o consumo de suplementações alimentares precisa ser indicado por profissional de Nutrição.

 

Opções

 

Os termogênicos são encontrados em cápsulas, tabletes ou em pó, podendo ser misturado com água ou suco.

Geralmente, a recomendação é a de que os suplementos sejam consumidos cerca de 30 minutos antes da atividade física.

https://prosaudelojas.com.br/alimentos-que-aceleraram-o-metabolismo/

Utilidade

 

Por estimularem o sistema nervoso central, os termogênicos favorecem maior fornecimento de energia para melhorar o rendimento nos treinamentos.

Ademais, a união do termogênico com a atividade física gera perda mais efetiva de gordura e, igualmente, ganho maior de massa magra, objetivos pretendidos pelos praticantes de exercícios físicos.

 

https://www.gsuplementos.com.br/conteudo/como-tomar/como-tomar-termogenico/

 

A importância do colágeno no organismo

Antes de apresentar outras informações sobre o colágeno, necessária se faz a definição do que ele é.

Trata-se de proteína do tipo fibrosa, encontrada principalmente nos tecidos conjuntivos (cartilagens e ossos bovinos).

O colágeno tem, deste modo, grande importância no organismo.

Produção natural + suplementação

 

Naturalmente produzidos pelo organismo, os níveis do colágeno, com o passar dos anos, todavia, começam a diminuir, resultando no aparecimento de linhas de expressão, rugas, aumento da flacidez, entre outras questões.

Para suprir, pois, a deficiência da produção natural de colágeno, especialistas recomendam a suplementação através da ingestão de colágeno.

 

Funções do colágeno

 

O colágeno contribui para a elasticidade e a resistência da pele, unhas e cabelo.

Ao mesmo tempo é responsável pela constituição das fibras que sustentam os tecidos do corpo, caso de ossos, músculos, tendões e articulações.

É fundamental, portanto, para a pele, uma vez que a perda da proteína (colágeno) prejudica a firmeza e a elasticidade dela.

 

Outras funções do colágeno

 

Além de ser proteína que está presente no corpo, o colágeno também é encontrado em alimentos, tanto de origem animal quanto vegetal.

A proteína é associada à melhor firmeza da pele, à proteção para as articulações, ao auxílio no tratamento contra a osteoporose, à prevenção ao envelhecimento e, ainda, à proteção contra úlcera gástrica. O consumo dela, em outras palavras, é bastante recomendado.

Compostos bioativos

 

Muitos alimentos possuem características ou compostos bioativos que oferecem benefícios à saúde. O colágeno natural é um deles.Está aí, pois, questão que pesa a favor do seu consumo.

 

Alimentos, fontes de colágeno natural

 

Existem vários alimentos que produzem colágeno, entre eles, os principais são a gelatina e a soja.

O colágeno costuma ser incorporado a alguns alimentos pela indústria para fornecer características de firmeza e consistência gelatinosa. Quando são ingeridos estes alimentos, todavia, o colágeno presente neles é quebrado em compostos diferentes, formando proteínas inespecíficas, que, ao final, acabam não sendo aproveitadas pelo organismo ou desempenham outras funções e não promovem os benefícios como a melhora de aspectos da pele, unhas, cabelo e articulações.

 

Alimentos ricos em colágeno

 

O consumo de alimentos naturais ricos em colágeno é indicado para as pessoas que buscam alimentação saudável.

Por ser proteína, portanto, o colágeno ajuda na manutenção da massa magra e oferece saciedade, ajudando o processo de emagrecimento e a recuperação em procedimentos cirúrgicos.

 

Benefícios das proteínas

 

O colágeno consumido através da alimentação gera os mesmos benefícios de todas as proteínas presentes na dieta.

 

Suplementação de colágeno

 

Existem diferentes tipos de colágeno. Os principais são os colágenos:

  • Suplementos não-específicos (hidrolisado).
  • Suplementos específicos (peptídeos bioativos).

 

Diminuição natural

 

A queda na produção endógena (própria do corpo) de colágeno começa, geralmente, aos 30 anos, diminuindo cerca de 1% da concentração a cada ano que passa. Nesta idade, se a pessoa tiver alimentação balanceada, adequada em proteínas, não é necessária a suplementação.

 

Necessidade da suplementação

 

Se houver, entretanto, abuso de exposição solar, consumo excessivo de carboidratos, bebidas alcoólicas, cigarro e estresse, torna-se oportuno considerar a suplementação de colágeno para prevenir os sintomas do envelhecimento, que atingem unhas e cabelo, tornando-os mais frágeis; rugas e estrias na pele, perda de massa magra, enfraquecimento de ossos e de  articulações.

Alimentos nocivos à imunidade

 

Sem depender diretamente da idade

 

Para pessoas que praticam atividade física intensa ou com frequência, com a finalidade de evitar o desgaste das articulações, a suplementação é indicada sem, no entanto, levar em conta a idade.

De outro modo, por ser excelente aliado no processo de regeneração e cicatrização de lesões causadas por fraturas ou pós-cirurgias, a suplementação é, igualmente, indicada.

Dose recomendada de colágeno

 

Os suplementos de colágeno não são todos iguais, por esta razão, as doses recomendadas para cada tipo de suplemento também são diferentes.

O ideal é consultar um profissional de Saúde para avaliar o melhor tipo de colágeno para o objetivo pretendido, bem como, seguir a recomendação da porção sugerida no rótulo do suplemento.

 

Recomendação diária

 

Na maioria dos suplementos, a recomendação diária sugerida é de 2,5 gramas para o colágeno hidrolisado específico ou, nove gramas para os colágenos hidrolisados não-específicos e para os específicos do tipo 2.

 

Apresentação dos suplementos

 

Os suplementos podem ser apresentados em comprimidos quando a dose indicada é baixa ou em pó.

Normalmente, são armazenados em sachês ou em potes com medidor.

Ação comprovada

 

O colágeno hidrolisado de peptídeos bioativos, com recomendação para a pele, tem comprovação científica de resultados amplamente positivos após oito semanas de uso, consumindo 2,5 g por dia.

O colágeno verisol é o mais indicado por médicos e nutricionistas para combater o envelhecimento da pele e para fortalecer as unhas.Por isto, em havendo a necessidade, o ideal é optar por este tipo de colágeno.

https://blog.vhita.com.br/colageno-natural/

Derme tem 70% de colágeno

 

Dermatologistas lembram que as pessoas nascem com grandes quantidades de colágeno. A derme, por exemplo, é composta por mais de 70% dele, mas, a idade faz com que a produção diminua e, consequentemente, as estruturas celulares enfraqueçam.

Segundo especialistas, por volta dos 30 anos de idade, os níveis da proteína começam a cair, havendo, a partir daí, portanto, a necessidade da sua suplementação.

A perda de colágeno mostra, visivelmente, os sinais de envelhecimento.

Retardamento da perda de colágeno

 

Mesmo com a perda natural, existem fatores que favorecem a diminuição do colágeno, como a exposição excessiva ao Sol.

Por este motivo, cuidar da pele é essencial para retardar o processo de envelhecimento.

 

Consequências da falta de colágeno

 

O declínio natural dos níveis de colágeno, em conjunto com fatores ambientais nocivos, caso dos raios UV e da poluição, geram flacidez, perda de elasticidade, linhas finas, rugas e pele áspera e fina, que, geralmente, se torna, por isto mesmo, mais suscetível a danos.

O que é preciso saber sobre o colesterol(Abre numa nova aba do navegador)

Recomendações importantes

 

Fazer uso diário de protetor solar facial e, em todo o corpo nos dias de praia e piscina, bem como manter alimentação balanceada, são medidas, portanto, que ajudam o organismo a sintetizar e a preservar o colágeno.

Adquire importância, ao mesmo tempo, a necessidade de se incluir na dieta, alimentos ricos em nutrientes como ômega 3  (presente em pescados); licopeno (encontrado no tomate, na acerola, na beterraba, entre outros) que inibe a colagenose (enzima que destrói o colágeno).

O mesmo acontece com a necessidade da ingestão das vitaminas A e C.

 

Reabastecimento

 

O colágeno mantém a pele firme e elástica, por isto, o reabastecimento adequado por meio de suplementos da proteína hidrolisada traz benefícios visíveis, como a hidratação e o brilho, bem como a melhora da aparência das linhas de expressão, de rugas e da flacidez, conforme asseguram dermatologistas.

 

https://saude.abril.com.br/bem-estar/colageno-entenda-o-que-e-e-esclareca-suas-duvidas/

 

 

Responsabilidades do colágeno

 

O colágeno, proteína produzida pelo organismo, tem várias atribuições a desempenhar. Entre elas, reforça ossos e músculos e auxilia a evitar o envelhecimento.

O colágeno, por esta razão, é muito importante para o corpo. É a proteína mais abundante no organismo, representando cerca de 25% de toda a proteína corporal, constituída, principalmente, pelos aminoácidos, sendo o principal elemento fibroso da pele, ossos, tendões e dentes.

Em quantias variáveis, está presente em quase todos os órgãos. Tem como principal função, pois, dar sustentação e elasticidade à pele, ossos, cartilagens, tendões e aos ligamentos.

Quando fazer a reposição de colágeno

 

A diminuição da espessura dos fios de cabelo, o enfraquecimento das unhas, a pele fina e desidratada e o aumento da flacidez são sinais, portanto, que servem como o alerta para iniciar a suplementação.

 

Modo de reposição

 

O colágeno é reposto no organismo por meio de alimentação equilibrada, fonte de proteínas e da suplementação específica.

 

Aspectos prejudiciais

 

Alguns elementos prejudicam a renovação celular e aceleram o processo de envelhecimento, caso do cigarro, do estresse, da exposição excessiva ao Sol, da falta de sono, da má hidratação e da alimentação desequilibrada.

 

Prevenção à osteoporose e à osteoartrite

 

Para melhorar a qualidade de vida, auxiliando a prevenção à osteoporose, bem como diminuir as dores em pacientes com osteoartrite, a recomendação é a suplementação com colágeno hidrolisado, associado à dieta equilibrada, colorida e variada, bem como à prática de exercícios físicos para ganho e manutenção de massa muscular.

 

Predominância nas mulheres

 

As mulheres são as que mais sofrem com a perda de colágeno. Isto ocorre porque apresentam quantidade menor da proteína no corpo.São elas, portanto, que precisam estar mais atentas a este quadro de insuficiência.

Há que se somar, ainda, a deficiência de estrogênio que ocorre no sexo feminino por volta dos 45 a 50 anos, fato que faz com que haja diminuição da quantidade das células responsáveis pela produção do colágeno, que, junto com outra proteína, a elastina, é responsável pela sustentação da pele.

 

Como consumir o colágeno

 

A ingestão oral mais eficiente ocorre na forma hidrolisada.

A velocidade e a quantidade com que a proteína no colágeno hidrolisado é absorvida são maiores quando comparadas ao não-hidrolisado, por causa do reduzido tamanho das cadeias peptídicas, que facilitam a absorção.

 

Fibra de colágeno em pó

 

A partir do colágeno são obtidos o colágeno parcialmente hidrolisado (gelatina) e o colágeno hidrolisado.

A fibra de colágeno em pó tem maior percentual de proteína.

O colágeno hidrolisado é apresentado na forma de pó, de cápsulas ou de balas/jujubas.

 

Vitamina C auxilia a absorção do colágeno

 

A vitamina C está diretamente ligada na síntese de colágeno. Por esta razão, é fundamental para manter o tônus e a firmeza da pele.

Para que haja síntese adequada de colágeno há a necessidade que aconteça a associação entre a vitamina C e a ingestão adequada de proteínas para o fornecimento dos aminoácidos que constituem o colágeno.

 

Associação com antioxidantes

 

Associando o colágeno ao licopeno (tomate, frutas vermelhas), à vitamina E (alimentos de folha verde-escura, gérmen de trigo, castanha e nozes) e ao betacaroteno (batata-doce, cenoura, abóbora, pimentão, brócolis, couve e espinafre), que são potentes antioxidantes, há, deste modo, grande reforço para o processo de combate ao envelhecimento celular.

 

Colágeno na prevenção e tratamento de doenças

 

Estudos mostram que a ingestão de colágeno hidrolisado auxilia o tratamento da deficiência de cálcio e aumenta a densidade óssea, contribuindo para a prevenção à osteoporose.

Pesquisas também concluíram que o colágeno hidrolisado reduz a dor em pacientes que sofrem de osteoartrite e tem, portanto, potencial para a redução de radicais livres, bem como, na atuação contra a hipertensão.

 

Benefícios do colágeno

 

Produzida naturalmente pelo corpo, a proteína do colágeno também é encontrada em alimentos como gelatina, em cremes hidratantes ou, em suplementos alimentares, em cápsulas ou em pó, melhorando, com isto, a saúde em geral.

 

Quando fazer a suplementação

 

Os suplementos de colágeno devem ser usados quando a concentração da proteína diminui no corpo, causando sintomas como:

  • Diminuição da espessura dos fios de cabelo.
  • Aumento da flacidez e perda de elasticidade da pele.
  • Surgimento de rugas e de linhas de expressão.
  • Aparecimento de estrias.
  • Pele fina e desidratada.
  • Diminuição da densidade dos ossos, como nos casos de osteopenia (ausência da produção de novo osso) e osteoporose, por exemplo.
  • Enfraquecimento das articulações e dos ligamentos.

Quando surgirem, então, estes sintomas, há a necessidade suplementação para ajudar a balancear os níveis de colágeno no corpo.

 

Suplementação acompanhada

 

Os produtos ricos em colágeno são especialmente importantes a partir dos 50 anos de idade, quando ocorre redução drástica na produção de colágeno, fato que, ao longo do tempo, gera aparência cada vez mais envelhecida.

A suplementação, porém, somente deve ser feita com acompanhamento de médico ou nutricionista, pois muitos suplementos de colágeno hidrolisado apresentam combinação de diferentes aminoácidos, vitaminas e minerais.

 

Outros benefícios do colágeno

 

Alguns dos principais benefícios do colágeno para o organismo são:

  • Previne o aparecimento de celulite.
  • Fortalece as unhas.
  • Fortalece o cabelo e melhora o aspecto.
  • Diminui o surgimento de estrias.
  • Aumenta a elasticidade da pele.
  • Previne e retarda o surgimento de rugas e linhas de expressão.

 

Mais benefícios

 

Além de dar firmeza à pele, prevenir o aparecimento de celulite, o colágeno também atua no tratamento da pele, já que, com a pele mais firme, os nódulos da celulite tendem a não aparecerem tanto.

 

Como repor o colágeno naturalmente

 

Alimentação rica em nutrientes com colágeno ajuda a repor o colágeno no organismo.

Por isto, torna-se importante consumir alimentos ricos em colágeno como:

  • Carnes brancas.
  • Gelatina.
  • Geleia de mocotó.

Forma de combater envelhecimento

 

A melhor forma de combater o envelhecimento e manter a pele bem firme é consumir diariamente os alimentos acima citados ou suplementos alimentares de colágeno hidrolisado em cápsulas, pó ou comprimidos.

Esta atitude vai ajudar a repor os níveis de colágeno no corpo.

Consórcio com alimentos

 

Necessário se faz que se tome a suplementação de colágeno junto com alimentos ricos em vitamina C, caso da laranja, do kiwi, do abacaxi ou do mamão, porque a vitamina C é a responsável em permitir a absorção do colágeno pelo organismo.

 

Duração de tratamento

 

O tratamento com o suplemento de colágeno deve feito durante período mínimo de nove meses, sendo recomendada dose máxima diária de nove gramas de colágeno.

 

https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2017/10/19/colageno-e-indicado-a-partir-dos-35-para-evitar-desgaste-da-cartilagem.htm?cmpid=copiaecola

 

Alimentos ajudam a deixar a pele perfeita

 

Muita gente tem curiosidade em saber o segredo de uma pele lisinha e bonita. A resposta é fácil e simples: colágeno!

Quem gosta de cuidar da pele e tem medo do envelhecimento precoce precisa saber que colágeno é o grande segredo para manter a pele saudável, bonita e enrijecida.

O que pouca gente sabe, contudo, é que o colágeno não está apenas nos cosméticos ou nas cápsulas que são comercializadas por estabelecimentos do gênero.

Alimentos que fazem parte do dia-a-dia são ricos em colágeno ou em nutrientes que estimulam a produção natural de colágeno pelo próprio corpo.

 

Gelatina

 

Além de ser sobremesa perfeita para quem está de dieta, a gelatina também é rica em colágeno. É importante também porque é fonte de vitaminas e proteína, o que a torna um dos alimentos mais benéficos à pele.

 

Ovo

 

O preferido de muitas dietas não é “queridinho” à toa. Por ser rico em proteína, o ovo estimula a produção de colágeno, que atua diretamente contra a flacidez da pele e auxilia o enrijecimento muscular.

 

Leguminosas e folhas escuras

 

Vegetais de cor verde-escura como, por exemplo, espinafre, brócolis, couve, rúcula e agrião, além das leguminosas, como feijão e lentilha, são ótimas fontes de ácido fólico.

Este nutriente, segundo especialistas, é responsável, portanto, pela formação de proteínas no corpo e, claro, de colágeno.

Salada, a propósito, faz bem à pele.

 

Frutas ácidas

 

Alimentos vermelhos e cítricos são ricos em vitamina C, que ajuda na síntese de colágeno. Abacaxi, laranja, limão, frutas vermelhas, tangerina e muitas outras frutas são ótimas para a pele.

Elas também são fontes de flavonoides, que têm ação antioxidante e atuam contra o envelhecimento precoce, fortalecendo as células e deixando a pele mais jovial.

 

https://areademulher.r7.com/beleza/5-alimentos-que-sao-fontes-de-colageno-e-deixam-a-pele-perfeita/

 

Como fazer uma alimentação rica em colágeno

 

Os alimentos mais ricos em colágeno são as proteínas e a gelatina convencional.

 

Cardápio rico em colágeno

 

Para garantir a quantidade de colágeno é preciso consumir alimentos ricos em colágeno todos os dias.

Leite, pão integral, ovo, queijo branco, morangos,

gelatina, castanhas, frango grelhado, abacaxi, arroz integral, ervilha, alface, tomate, pepino, azeitonas e manga são alguns alimentos ricos em colágeno.

Suco verde de couve, maçã e limão, torradas integrais, aveia, leite de soja, cacau em pó e mamão, da mesma forma, são ricos em colágeno.

 

Outros alimentos ricos em colágeno

 

Macarrão integral, molho de tomate, berinjela, cenoura, beterraba, cebola, azeite extravirgem, iogurte natural, granola e banana também fazem parte da relação de alimentos ricos em colágenos.

Peixes de escamas cozidos com batata, cenoura, repolho e cebola, de semelhante modo, também ajudam a ter pele saudável e bonita.

O abacate também é fonte de colágeno.

 

Consumo máximo

 

O colágeno hidrolisado é o mais eficaz para manter a firmeza da pele, já que pequena quantidade do produto contém grande concentração de colágeno puro, sendo totalmente absorvido pelo organismo.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo de nove gramas de colágeno por dia para adultos.

O colágeno hidrolisado, enriquecido com zinco, vitamina A, C e E, deve ser consumido com água, suco, leite ou sopa.

 

Sensação de saciedade

 

Tomar colágeno emagrece já que gera a sensação de saciedade. Isto acontece porque se trata de proteína que permanece no estômago por muito tempo até ser digerida.

 

Qual é o melhor colágeno?

 

Com vários tipos de colágeno disponíveis no mercado é natural que muitas pessoas fiquem em dúvida: colágeno hidrolisado, não-hidrolisado, tipo 2 (UC2), verisol?

É melhor tomar colágeno em pó ou em cápsulas?

Antes de definir qual o melhor colágeno é preciso entender quais as diferenças entre as várias opções.

 

Colágeno hidrolisado x colágeno não-hidrolisado

 

Qualquer suplemento de proteínas pode ser hidrolisado (fenômeno químico em que uma molécula é quebrada em menores com a presença de água).

O colágeno hidrolisado recebe a preferência porque a

proteína é ofertada em menores partes para facilitar a absorção.

O peptocolágeno é tipo de colágeno superhidrolisado chegando a ter peptídeos (menores partes de proteína), formando conjunto de aminoácidos.

 

Vantagem do colágeno hidrolisado

 

O Instituto Adolfo Lutz realizou estudo que descobriu que a principal vantagem do colágeno hidrolisado é o alto teor de glicina e prolina, aminoácidos imprescindíveis para a estabilidade das cartilagens, bem como para a regeneração delas.

Segundo estudiosos, para deixar a pele mais firme, prevenir rugas e flacidez, o melhor é o colágeno hidrolisado.

Além disto, ele faz os fios de cabelo crescerem mais fortes, brilhantes e hidratados.

 

Absorção

 

Tal como acontece com qualquer outra proteína, o colágeno é digerido e absorvido em forma de aminoácidos.

 

Não-hidrolisado

 

O colágeno não-hidrolisado também é vantajoso.

Tipos específicos de suplemento de colágeno não-hidrolisado contêm a proteína intacta em pouca quantidade, mas, mesmo assim, é supereficaz para as articulações, por exemplo.

 

Colágeno verisol

 

O colágeno verisol foi desenvolvido especificamente para atuar na pele. É combinação de peptídeos bioativos de colágeno produzida por meio de tratamento por enzimas.

Possui partes únicas da proteína do colágeno hidrolisado específicas para atuar nas células da derme.

Os resultados são comprovados por pesquisas clínicas e milhares de pessoas utilizam este produto.

Suaviza os sinais e a linha de expressão na pele, restaurando a hidratação e elasticidade.

Não tem efeitos colaterais e nem é invasivo como alguns tratamentos estéticos.

 

Colágeno tipo 2

 

O colágeno tipo 2, também conhecido como UC-2, é específico para as articulações.

Dentre os mais de 20 tipos de colágenos produzidos pelo corpo, o tipo 2 é o mais abundante na cartilagem das articulações.

O tipo 2 também gera benefícios para tratar a osteoartrite, o tipo de artrite mais comum.

 

Colágeno com vitamina C?

 

O suplemento de colágeno com vitamina C é bastante comum, porque a vitamina é fundamental para a produção de colágeno na pele e ossos.

A vitamina C, portanto, melhora o aproveitamento do colágeno pelo corpo.

Por ser antioxidante a própria vitamina C já protege o colágeno existente na pele, articulações, cabelo e ossos.

 

Colágeno em pó ou colágeno em cápsulas?

 

Eis aí uma dúvida muito comum.

É melhor tomar colágeno em pó ou em cápsulas?

Os suplementos de colágeno são apresentados, principalmente, em duas formas: cápsulas e pó.

A diferença predominante é a concentração de colágeno por porção, que é muito maior nas opções em pó.

Além disto, o colágeno em pó é mais fácil de ser consumido misturado em líquidos e refeições.

Já a vantagem dos suplementos em cápsulas é a facilidade de serem transportados.

Além disto, as versões em cápsulas podem ser fracionadas, sendo mais fácil ajustar à necessidade diária.

É preciso fazer a escolha considerando que a suplementação de colágeno é mais eficaz se for feita continuamente, razão pela deve ser adequada à rotina e à preferência de cada um.

Recomendações antigas

 

Até há pouco tempo, nutricionistas recomendavam apenas o colágeno em pó. Isto porque os colágenos em cápsulas existentes no mercado eram do mesmo tipo, apenas com o pó sendo colocado numa cápsula.

O colágeno em pó ainda é mais potente do que o colágeno em cápsulas, mas, existem novas tecnologias na produção da proteína que estão ganhando cada vez mais espaço no mercado.

Com isto, surgiram novas e melhores cápsulas de colágeno.

Atualmente, existem suplementos específicos contendo apenas colágeno para pele ou para as articulações.

 

Colágeno hidrolisado em pó

 

Tipos especiais de colágeno em cápsula são, atualmente, mais eficazes do que o pó. E, melhor, com poucas cápsulas, torna o tratamento eficaz e mais fácil de ser seguido.

 

Colágeno emagrece?

 

Por ser proteína e desempenhar função parecida com as fibras vegetais no corpo, o colágeno em pó gera saciedade, porque preenche o estômago.

Também contribui para o funcionamento do intestino.

É preciso ter cuidado, todavia, com os ingredientes do suplemento. A presença de corantes e maltodextrina ou açúcar não é benéfica para o emagrecimento.

Os colágenos em cápsula contêm teor mais baixo da proteína, não sendo tão eficazes para gerarem saciedade.

 

Colágeno hidrolisado engorda?

 

O suplemento de colágeno não vai causar o acúmulo de gorduras, porém, é preciso ter bastante cuidado com o excesso de aditivos químicos, até mesmo em suplementos nutricionais.

Isto pode acabar prejudicando o corpo, quando consumido em excesso.

 

Fórmula do exercício físico

 

Quando se trata de assuntos como engordar ou emagrecer, a velha fórmula de exercício físico, aliada à alimentação equilibrada, ainda é a recomendação mais útil.

 

Colágeno para cabelo

 

Da mesma forma como o colágeno hidrolisado em pó é excelente para a pele, também é ótimo para o cabelo. Ajuda a hidratar, combate o frizz, protege os fios de quebras e promove o crescimento forte e saudável.

 

Melhor colágeno para articulações e ossos

 

O melhor colágeno para articulações e ossos é o colágeno tipo 2 não-hidrolisado.

O suplemento protege as articulações de sofrerem novas degenerações.

O colágeno hidrolisado contendo peptídeos bioativos também funciona bem nas articulações.  Pode ser consumido junto com o colágeno tipo 2. Enquanto o hidrolisado protege, os peptídeos ajudam na regeneração da cartilagem.

 

https://www.lojafolhaverde.com.br/pagina/qual-o-melhor-colageno-hidrolisado-tipo-2-verisol-em-po-ou-capsulas.htm

 

 

Finalidade estética

 

O colágeno hidrolisado costuma ser indicado para fins estéticos porque melhora a elasticidade da pele, reduz a flacidez e auxilia na diminuição de rugas e de celulites, além de fortificar as unhas e o cabelo.

Também contribui para melhorar a saúde das articulações, pois, ao fazer uso do suplemento, o corpo distribui a proteína e a repõe onde houver carência.

 

Escolha segura

 

Para fazer escolha segura é importante saber claramente qual é o objetivo a ser alcançado com o uso do colágeno, uma vez que seus benefícios são variados.

Profissionais afirmam que o colágeno hidrolisado, quando apresentado na forma de peptídeos, é mais bem absorvido pelo organismo.

O fato acontece porque os peptídeos de colágeno resultam da quebra das proteínas de colágeno em partículas menores.

 

Apresentação

 

O colágeno hidrolisado pode ser encontrado para ser consumido puro, ou, combinado com outros nutrientes, caso das vitaminas.

A associação de colágeno com vitamina C, por exemplo, é ótima, porque a vitamina intensifica a produção de colágeno e da elastina, além de ser um antioxidante muito importante para garantir a firmeza da pele e melhorar o processo de cicatrização.

O mesmo acontece com as vitaminas A e B, que também têm a função de contribuírem para o aumento da absorção do colágeno pelo organismo.

 

Reforço de alerta

 

Muita atenção e cuidado porque além dos ingredientes que somam positivamente à fórmula é necessário se certificar se há a adição de carboidratos, açúcares ou corantes, porque o uso contínuo destas substâncias se torna prejudicial à saúde.

Os resultados com o uso do colágeno hidrolisado são mais eficazes quando o consumo do suplemento é feito todos os dias, de maneira contínua.

 

Consultar especialista

 

A recomendação principal é a de sempre conversar com especialista antes de iniciar o uso de qualquer complemento alimentar.

https://mybest-brazil.com.br/13308

 

A que hora tomar?

 

O melhor horário para tomar colágeno costuma ser à noite, logo após o jantar.

Segundo especialistas, os componentes têm melhor absorção neste período.

Importante se faz lembrar que alimentação balanceada é muito importante para ocorrer a efetividade do colágeno no organismo.

 

 

 

Alimentação errada causa obesidade infantil, doenças e morte

 

Outubro é, por certo, um dos meses mais aguardados pelas crianças. Isto, se não for o mais esperado.

Por quê?

A resposta é fácil e simples: em outubro, mais precisamente no dia 12, é comemorado o Dia das Crianças. Dia de festa! Há que considerar, todavia, que alimentos inadequados geram gordura e excesso de peso, questão fica mais crítica quando se trata de obesidade infantil, já que, não raras vezes, resulta em doenças e. até mesmo, em morte.

Os pais possuem tarefa importante na organização da festa, mas, têm, ao mesmo, importante responsabilidade, principalmente, no que tange à montagem do cardápio pensando no que as crianças gostam, e, aí, entram doces, snacks e bebidas nada recomendáveis para a boa saúde das crianças.

Preparar cardápio colorido para atrair os olhares das crianças, usando alimentos saudáveis como frutas e legumes, é questão primordial à boa saúde infantil.

Servir sucos, milkshakes, donuts, cupcakes, pipocas, saladas de frutas e sanduíches naturais é a recomendação, mas, até que ponto estes alimentos são do agrado das crianças, sabendo que muitas delas gostam de doces como balas, pirulitos, picolés, sorvetes, bolo, brigadeiros, chocolate, pastéis, rissoles, empanados, cachorro-quente, além de outras comidinhas impróprias e não recomendadas para a alimentação saudável.

 

Problema complexo

 

A obesidade (gordura em excesso) é problema crônico mais prevalente do planeta. Atinge pessoas de todas as faixas etárias, de crianças a idosos, no mundo todo e, portanto, precisa ser controlada.

O problema se torna mais grave quando se trata de obesidade infantil, já que, nesta situação, requer rígido controle e, muitas vezes, inclusive, de acompanhamento profissional nutricionista.

 

Causas da obesidade infantil

 

Diversos fatores podem causar obesidade infantil. Entre os mais comuns estão fatores genéticos, má alimentação, sedentarismo, ou, até a combinação destes fatores.

De semelhante modo, a obesidade em crianças também pode ser decorrente de alguma condição médica, caso, por exemplo,  de doenças hormonais ou de uso de medicamentos à base de corticoides.

 

Problema nacional

 

Dados do Ministério da Saúde sinalizam que 15,9% das crianças menores de cinco anos e 29,3% das crianças de cinco a nove anos estão com excesso de peso.

Notificações do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional revelam que 16,33% das crianças brasileiras entre cinco e 10 anos estão com sobrepeso; 9,38% com obesidade e, 5,22% com obesidade grave.

 

Padrões mundiais

 

Os índices de sobrepeso e de obesidade encontrados no Brasil refletem os padrões mundiais, segundo informações do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde.

 

Recomendações

 

A obesidade gera malefícios que afetam a saúde e a vida de pessoas, inclusive, de crianças.Precisa, por isto mesmo, de muita atenção.

Uma das soluções mais viáveis para evitar o problema é cuidar da alimentação, adotando cardápio saudável.

 

Crescimento mundial

 

Nos últimos 40 anos, a obesidade infantojuvenil no mundo aumentou de 1% para 6% em meninas e de 1% para 8% em meninos.

Detalhe importante é o fato de que a grande maioria (cerca de 70%) dos adolescentes com obesidade manterá a condição na vida adulta.

 

Principais causas da obesidade

 

O consumo excessivo de açúcar, de gorduras saturadas, de processados e ultraprocessados, a propaganda de alimentos não-saudáveis direcionadas ao público infantojuvenil e a inatividade física são, portanto, alguns dos principais fatores que preocupam quanto ao aumento da obesidade.

 

Obesidade x desnutrição

 

De acordo com projeção da Organização Pan Americana de Saúde, se persistirem as tendências atuais, até 2022 haverá mais crianças e adolescentes com obesidade do que com desnutrição moderada e grave.

 

Excesso de gordura corporal

 

Na definição do Ministério da Saúde, a obesidade é doença crônica não-transmissível caracterizada pelo excesso de gordura corporal que causa prejuízos à saúde do indivíduo, demandando, portanto, de ações severas visando ao controle.

 

Forma de cálculo

 

A forma mais comum de diagnóstico da obesidade é pelo cálculo do índice de massa corporal (IMC), que relaciona o peso e altura.

Para as crianças é necessário comparar o IMC obtido com as curvas de crescimento padrão da Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

Problema de saúde pública

 

A obesidade, em qualquer faixa de idade, inclusive, a infantil, vem sendo considerada um problema de saúde pública.

Isto ocorre porque ela pode desencadear alterações no sono, problemas educacionais, amadurecimento precoce, problemas de pele, psicológicos, e complicações endócrinas e respiratórias.

Ademais, a obesidade representa fator de risco para o desenvolvimento precoce de outras doenças como diabetes, doenças cardiovasculares e/ou respiratórias.

 

Riscos da obesidade infantil

 

A obesidade infantil aumenta o risco de série de condições adversas à saúde porque coloca em risco a vida da criança.

Colesterol alto, hipertensão, doença cardíaca precoce, diabetes tipo 2, problemas ósseos, síndrome metabólica, distúrbios do sono, esteatose hepática (aumento de gordura no fígado), puberdade precoce e depressão são, desta forma, doenças que precisam ser evitadas.

 

Outros riscos

 

Asma e outras doenças respiratórias, condições de pele como brotoeja, infecções fúngicas e acne, baixa autoestima e problemas de comportamento, igualmente, portanto, carecem de todos os cuidados.

 

Distúrbio nutricional

 

A obesidade é um dos distúrbios nutricionais mais prevalentes entre crianças e adolescentes, em todos os países.

Por isto, exige a adoção de medidas capazes de combatê-la, antes que o problema se acentue e adquira dimensões incontroláveis.

 

Origem multifatorial

 

A obesidade tem origem multifatorial e resulta da associação de fatores genéticos e ambientais, como hábitos alimentares inadequados e estilo de vida sedentário.

O fácil acesso a alimentos industrializados contribui sobremaneira para o agravamento da situação, que cresce e que preocupa cada vez mais, pais, pessoas e autoridades sanitárias mundo afora.

 

Controle precoce

 

Crianças obesas (adolescentes, também) precisam ser identificadas para terem o problema do excesso de gordura controlado precocemente.

A piora do grau do excesso de peso e o aparecimento das comorbidades acontecem com o passar dos anos e o agravamento do quadro, exigindo, pois, medidas adequadas ao controle.

O crescimento significativo da obesidade, a gravidade dela, as dificuldades para o controle e o alto custo para a sociedade fazem com o que o distúrbio nutricional se transforme em problema de saúde cada vez mais relevante.

 

https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/obesidade-infantil-onde-estamos-e-para-onde-vamos/

 

Desafio a pais e gestores públicos

 

Segundo levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) uma em cada três crianças está acima do peso no Brasil.

Endocrinologista associa obesidade na infância à mudança dos hábitos alimentares e à diminuição da atividade física

 

Garantia dos direitos fundamentais da criança

 

O Dia das Crianças (12 de outubro) representa mais do que simples data comemorativa marcada por presentes, brincadeiras, comida e bebida e manifestações de afeto. Instituído no Brasil por meio de um decreto federal assinado em 1924, O Dia das Crianças é, acima de tudo, momento para conscientizar as pessoas a respeito das garantias dos direitos

fundamentais das crianças, entre os quais o direito à saúde.

Risco para o futuro das crianças

 

A obesidade infantil é um dos principais aspectos que põem em risco o futuro das crianças. Por isto mesmo, representa um dos mais urgentes desafios a serem enfrentados pelo poder público e pela sociedade em geral.

 

Os dados sobre obesidade infantil são tão alarmantes que a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que em 2025 o número de crianças obesas no planeta chegue a 75 milhões.

 

Tema de eventos

 

A alta incidência da obesidade infantil vem motivando a realização de eventos sobre alimentação saudável e a necessidade de fugir do sedentarismo.

Ocorre que as pessoas (inclusive crianças) consomem cada vez mais alimentação industrializada, com excesso de açúcar e de sódio.

 

Tempo em frente ao computador ou celular

 

O tempo das crianças em frente ao computador ou usando celular tem aumentado de forma significativa, tomando o espaço de tempo antes reservado às brincadeiras associadas à atividade física.

 

Fatores de risco

 

Médicos endocrinologistas informam que os índices de obesidade infantil têm crescido, sobretudo, em países em desenvolvimento e que enfrentam dificuldades econômicas, entre os quais está o Brasil.

Segundo os estudiosos, vários fatores contribuem para o crescimento da obesidade, em especial nas crianças. Um destes fatores é a mudança de hábitos alimentares nas últimas décadas. Anteriormente, a população infantil tinha acesso à alimentação mais caseira, mais saudável. Hoje, acontece o consumo acentuado da comida industrializada.

Os lanches fornecidos às crianças, por exemplo, deixaram de ser preparados em casa. Eles foram substituídos por lanches industrializados, como barrinhas de cereais, bolachas recheadas, chocolates e salgadinhos, maioria ricos em sódio, conservantes e açúcar.

 

Perda de bons hábitos

 

Na prática, muitas famílias perderam o hábito de comer juntas as três principais refeições do dia. Associada a esta questão, ocorreram a popularização dos fast food e a grande avalanche de propagandas a respeito deste tipo de alimentação.

Em conjunto com a mudança dos hábitos alimentares, aconteceu a substituição das brincadeiras de criança pela atividade física programada.

As novas gerações de meninos e meninas deixaram de participar de brincadeiras como jogar bola na rua, pique, queimada, pular corda e andar de bicicleta. Atualmente, a maioria pratica exercícios físicos em horários programados, em alguns dias da semana, na escolinha de futebol, na natação, no vôlei e nas aulas de balé. O restante do tempo é gasto com o uso de celulares e computadores.

É evidente que a mudança de hábitos levou à diminuição das atividades físicas espontâneas.

 

Risco para outras doenças

 

Criança ou adolescente obeso tem tudo para se tornar adulto obeso.

Pior do que são os aspectos negativos do ponto de vista social, entre os quais está o bullying, a obesidade representa sério fator de risco para doenças graves, caso, por exemplo, colesterol alto, hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares.

Normalmente, a criança obesa, que depois vira adulto obeso, corre o risco de ter vida mais curta.

 

Desafio conjunto

 

Fundamental é a necessidade da união de esforços de famílias, médicos, educadores e representantes do poder público para controlar a obesidade, especialmente a infantil.

 

Fatores genéticos

 

Além de fatores genéticos, responsáveis por 70% das causas da obesidade, o estilo de vida da criança, resumido, muitas vezes, às telas de smartphones, de videogames ou TV, somados à baixa qualidade nutricional dos alimentos e à falta de exercícios físicos, contribuem para que a obesidade infantil atinja patamares assustadores.

Segundo dados divulgados pela Organização Internacional World Obesity, atualmente cerca de 158 milhões de crianças e adolescentes entre cinco e 19 anos convivem com o excesso de peso.

O pior de tudo é que este número deve aumentar para 254 milhões em poucos anos.

 

Alimentação saudável

 

Permanentes cuidados para oferecer alimentação balanceada, rica em legumes e vegetais, bem como evitar a ingestão de fast-food, frituras, doces e bebidas calóricas, são, pois, aspectos imprescindíveis para evitar a obesidade infantil.

 

Consequências futuras

 

A obesidade infantil acontece quando uma criança está com peso maior do que o recomendado para sua idade e altura, portanto, os quilos a mais podem ter consequências para as crianças até a idade adulta.

Doenças como diabetes, hipertensão e colesterol alto são consequências da obesidade infantil não tratada. Atenção, pois, para estes riscos.

A situação também pode levar à baixa autoestima e, até mesmo, depressão nas crianças.

 

Fatores mais comuns

 

Diversos fatores,entretanto, podem causar obesidade infantil. Entre as mais comuns, estão os genéticos, a má alimentação, o sedentarismo ou a combinação dos três.

A obesidade em crianças também pode, portanto, decorrer de eventual condição médica, caso, por exemplo, de doenças hormonais ou do uso de medicamentos à base de corticoides.

Questão bastante clara é o fato de que a obesidade infantil também pode ter ligação direta com os hábitos alimentares, bem como a falta da realização de atividades físicas.

 

Aspectos determinantes

 

Dieta desequilibrada, rica em fast foods, alimentos industrializados e congelados, refrigerantes, doces e frituras são aspectos importantes a serem observados porque são prejudiciais à saúde.

Sedentarismo, (atividade física ajuda a queimar calorias). Histórico familiar de obesidade, influência genética, aliada aos maus hábitos alimentares ensinados pelos pais são questões determinantes para a ocorrência da obesidade. Precisam, por tanto, serem levados em conta.

Questões psicológicas

 

O mesmo acontece com fatores psicológicos, como estresse ou tédio, pois, podem fazer com que as crianças comam mais do que o normal necessário à boa saúde.

Ajuda de profissionais

 

Fazer consultas regulares com profissionais de Saúde sempre é importante para a história individual da criança, especialmente, porque  concerne ao crescimento e desenvolvimento.

Vários são os especialistas que podem diagnosticar e tratar obesidade infantil. São os casos de pediatra, endocrinologista, nutrólogo e nutricionista, por exemplo.

 

Indagações importantes

 

O profissional de Saúde certamente fará série de perguntas para descobrir as razões da obesidade. Entre outras, fará indagações como:

> O que seu filho(a) come no dia a dia?

> A criança pratica atividades físicas? Com que frequência?

> Quais fatores você acredita que afetam o peso do seu filho(a)?

> Quais dietas ou tratamentos já foram realizados para reduzir o peso?

> Tem familiares com problemas de peso?

> Está pronto(a) para fazer mudanças no estilo de vida da família para ajudar a criança a perder peso?

> O que está impedindo o emagrecimento da criança?

> A criança, ou a família, come enquanto assiste a TV ou usa computador?

 

Apresentação de dúvidas

 

Importante, portanto, se torna levar dúvidas para a consulta Fazendo isto, se obtém respostas relevantes.

No caso de obesidade infantil, por exemplo, algumas perguntas básicas são:

< Que outros problemas de saúde meu filho(a) pode ter?

< Quais são as opções de tratamento?

< Existem medicamentos que podem ajudar a controlar a obesidade e outras condições de saúde?

< Quanto tempo vai durar o tratamento?

< O que posso fazer para ajudar meu filho(a) a perder peso?

< Há material impresso que possa levar para casa?

< Quais sites recomenda visitar?

 

Sem hesitação

 

Não se deve ter medo ou hesitar, portanto, em fazer perguntas, inclusive outras, caso elas ocorram no momento da consulta.

Avaliação de outros tópicos

 

O profissional de Saúde também pode avaliar outros aspectos para determinar se o peso da criança está afetando a saúde. Confira:

> História familiar de obesidade e problemas de saúde relacionados com o peso, como diabetes.

> Hábitos alimentares da criança.

> Nível de atividade física feita pela criança.

> Demais condições de saúde da criança.

Exames

O médico ou médica pode solicitar exames de sangue para detectar causas da obesidade, caso, por exemplo:

< Colesterol total e frações

< Glicemia de jejum

< Exames de sangue para verificar desequilíbrios hormonais

 

Tratamento e cuidados

 

O tratamento da obesidade é complexo e envolve várias especialidades da Saúde. Não existe nenhum tratamento farmacológico, mesmo em longo prazo, que não exija mudança de estilo de vida, sobretudo, alimentação e a prática de exercícios físicos.

 

Opções de tratamento

 

Várias são, pois, as opções existentes para o tratamento da obesidade infantil e do sobrepeso. Quanto maior o grau de excesso de peso, maior a gravidade da doença.

Para crianças e adolescentes que estão acima do peso recomendado ou com obesidade leve, sem risco de desenvolver outras doenças, pode ser recomendada apenas a manutenção. Isto, porque o crescimento da criança pode fazer com que ela entre em faixa de IMC saudável, sem necessariamente precisar emagrecer.

Tratamento da obesidade infantil

Para crianças com obesidade instalada e risco de desenvolver outras doenças, a perda de peso é imprescindível já que representará melhor qualidade de vida.

O emagrecimento deve ser lento e constante. Os métodos são os mesmos adotados para adultos, ou seja, comer dieta saudável e praticar exercícios.

O sucesso depende, pois, em grande de se fazer estas mudanças.

 

Compromisso dos pais

 

São os pais que compram a comida, cozinham os alimentos e decidem sobre o alimento a ser ingerido.

Pequenas mudanças podem fazer grande diferença na saúde da criança. Acompanhe!

  • Investir em frutas, legumes e vegetais.
  • Preferir alimentos integrais aos refinados.
  • Evitar alimentos como biscoitos, bolachas e refeições prontas porque elas são ricas em açúcar, sódio e gorduras.
  • Evitar o consumo de bebidas adoçadas, incluindo os sucos industrializados, já que são bebidas muito calóricas, praticamente não oferecendo nenhum nutriente.
  • Reduzir o número de vezes que a família vai comer fora de casa, especialmente em restaurantes de fast-food. Ali, muitas das opções são ricas em gordura e calorias.
  • Servir porções adequadas, lembrando que as crianças precisam comer bem menos do que os adultos.

 

Prática de atividades físicas

 

Os exercícios físicos são importantes para as pessoas de todas as faixas etárias porque além de queimarem calorias, ajudam a fortalecer os ossos e os músculos, melhorando o humor e o sono.

Outro fator importante é que o incentivo à atividade física na infância pode fazer com que a criança mantenha este hábito no futuro, evitando a obesidade ao longo da vida.

Crianças devem fazer, pelo menos, um tipo de atividade física todos os dias, seja ela programada (academia, esportes ou aulas de dança) ou não-programada (brincadeiras, pega-pega, esconde-esconde ou usar os brinquedos de um parque).

Medicamentos para casos graves

 

Para casos graves de obesidade infantil associados a outros quadros doentios podem ser prescritos medicamentos.

O tratamento farmacológico, entretanto, não é frequentemente recomendado para e crianças e adolescentes, a não ser que exista doença que necessite de tratamento com remédios, caso, por exemplo, de distúrbios da tireoide ou colesterol alto.

Necessidade de hábitos saudáveis

 

Mesmo assim, os medicamentos não substituem a adoção de hábitos saudáveis, caso de dieta adequada e a prática de exercícios.

Cirurgia bariátrica

 

A cirurgia bariátrica pode ser opção segura e eficaz para quem é severamente obeso e que não conseguiu perder peso através de métodos convencionais.

Não se pode esquecer que, como em qualquer tipo de cirurgia, há o risco de complicações.

Além disto, os efeitos em longo prazo da cirurgia de perda de peso no crescimento e no desenvolvimento futuro da criança ou do adolescente são, em grande parte, desconhecidos.

Mesmo assim, a cirurgia não é a resposta simples e fácil para a perda de peso. Ela não garante que a criança vai perder o excesso de peso, nem mesmo que o peso será mantido depois. Também não substitui a necessidade de seguir dieta saudável e um programa regular de atividade física.

Boas estratégias

 

Há a possibilidade de se adotar estratégias para fazer a criança comer melhor e praticar mais atividades físicas. Acompanhe!

  • Se a criança se recusa a comer, seja firme: é importante que os pais fiquem firmes com a criança e lhe mostrem os motivos pelos quais ela deve comer o que eles estão indicando.
  • Os pais não devem ameaçar ou forçar a comer: precisam explicar que o momento é da comida, oferecê-la à criança e, caso não aceite, deixar a comida guardada para dá-la quando a criança estiver com fome outra vez.
  • Crianças precisam provar várias vezes um alimento antes de dizer que não gostam dele: o ideal é fazer isto desde cedo (pouca idade), evitando comidas e bebidas mais palatáveis, caso dos refinados ou açucarados artificialmente. Se os pais só comem ou só oferecem aos filhos os sabores salgado e doce, o azedo e o amargo ficam discriminados e a criança se condiciona a não gostar deles.
  • Deixar os alimentos atraentes: de nada adianta oferecer alimentos saudáveis se eles não parecerem apetitosos. É possível servir alimentos mais saudáveis com apresentação mais agradável.
  • Se a criança fizer birra: a questão da birra vai além da alimentação. Por isto, o ideal é que desde cedo os pais mostrem que eles dão a palavra final nas decisões e que com a birra a criança não vai conseguir o que quer. Solução é deixar a criança sozinha no momento da birra e só conversar com ela só depois que ela parar.
  • Evitar barganhar: muitas vezes, barganhar é atitude eficiente, mas nem sempre é a melhor forma de educar uma criança. Ao negociar o consumo de vegetais no almoço por uma bela sobremesa, por exemplo, não se está ensinando o principal, ou seja, a necessidade de saúde na refeição.

https://prosaudelojas.com.br/causas-relacionadas-a-hipertensao-arterial/

Novas modalidades de atividade física

 

 É comum crianças não gostarem de praticar atividades físicas por terem como única referência as aulas na escola ou a academia de musculação, que podem ser consideradas entediantes.

Por isto, modo interessante de descobrir novas atividades é levá-lo a clubes ou academias que ofereçam aulas variadas.

Atividades em grupo e ao ar livre são altamente motivacionais.

Dar o exemplo

 

Não basta insistir para que o filho ou a filha saia da frente computador enquanto os pais mesmos não praticam nenhuma atividade física.

Os filhos têm os pais como referência e podem usar o sedentarismo deles como desculpa para também não praticarem exercícios.

Observar os próprios costumes é importante para dar um bom exemplo aos filhos, levando-os a encararem a atividade física como algo benéfico.

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Não forçar a barra

 

Pais ativos representam grande influência para a prática de atividades físicas por parte dos filhos.

Algumas pessoas exigem demais que os filhos pratiquem exercícios, mas eles, na realidade não praticam nenhum tipo de atividade física.

O ideal é deixar que a criança escolha a modalidade pelos benefícios à saúde e pela diversão.

Vergonha

 

Drama vivido por crianças e adolescentes é a vergonha do próprio corpo, por ser fase de desenvolvimento e mudanças. Muitas vezes isto pode fazer com que rejeitem qualquer tipo de atividade física que exija roupas diferentes ou os coloquem em situações constrangedoras.

Em situações destas, a melhor forma de ajudar é conversar com a criança. Escutar o que ela tem a dizer e entendê-lo pode ajudar a identificar e a eliminar as causas do problema.

É importante também não forçar a praticar qualquer tipo de atividade com a qual não se sinta à vontade.

 

Bullying

 

Questão importante também é o bullying. Precisa ser observado e identificado por pais ou educadores. Se a criança não quer fazer determinado tipo de atividade física, principalmente na escola, pode ser sinal de que foi ou é alvo de bullying, rejeitando a prática para não sofrer mais com o desconforto.

 

Dar suporte

 

Os genitores têm papel importante a cumprir no sentido de ajudar as crianças com obesidade a controlarem o peso. Precisam aproveite todas as oportunidades para construírem a autoestima da criança.

O ideal é conversar direta e abertamente, sem crítica ou julgamento.

 

Prevenção

 

O que deve ser feito para evitar a obesidade infantil?

  • Agendar visitas de acompanhamento médico ou outro profissional de Saúde.
  • Dar bom exemplo.
  • Comer alimentos saudáveis e fazer exercícios regularmente.
  • Evita disputas de poder relacionadas com os alimentos. Não usar doces ou outros pratos como recompensa ou punição para as atitudes da criança
  • Enfatizar o positivo, destacando os benefícios da boa alimentação e do exercício físico.
  • Ser paciente. Muitas crianças com excesso de peso podem chegar a peso saudável com o crescimento.
  • Não exagerar nas recomendações de dieta e atividade física.

 

https://www.minhavida.com.br/saude/temas/obesidade-infantil