A saúde emocional e os problemas cardíacos

Emoções fortes são capazes de gerar palpitações no peito, falta de ar, morte súbita e outros sintomas que, em geral, são associados às doenças cardíacas.  Isto mostra, portanto, que a saúde emocional tem relação direta com problemas cardíacos.

De fato, o coração é afetado pelo o que se pensa e pelo o que se sente.

Também é fato que na outra extremidade, quando o coração vai mal, ele afeta o estado de espírito, isto é, o ânimo da pessoa.

 

Emoção significa movimento

O termo emoção deriva do latim “emovere” e significa movimentar. A própria etimologia explica que se trata de reações em resposta a acontecimentos que mobilizam e provocam ação.

Cientificamente são considerados três elementos para definir emoção: 1. Alterações fisiológicas. 2. Tendência para a ação. 3. Experiência subjetiva.

 

O que é saúde emocional?

Cabe à saúde emocional a tarefa de controlar e gerenciar as alterações comportamentais que influenciam as atividades do dia-a-dia.

A saúde emocional tem a responsabilidade de controlar sentimentos que geram a falta de motivação, vida afetiva vazia, objetivos pessoais e profissionais difusos, comportamentos apáticos, bem como a não-realização de simples atividades diárias.

 

Emoções e o coração

As emoções afetam o coração, alteram o metabolismo, influenciam a percepção de mundo, determinam o comportamento e as escolhas.

Na condição de resposta ao organismo, a emoção engloba mudanças físicas, fisiológicas e cognitivas diante de determinado estímulo através da ativação do hipotálamo, do sistema nervoso simpático e do aumento de catecolaminas circulantes (adrenalina, entre outros).

Estas alterações podem ser prejudiciais ao organismo, especialmente ao coração.

 

Intensidade da emoção

Menor será o grau de controle sobre a emoção quanto mais intensa ela for. Neste caso, o impulso para agir é proporcionalmente maior, de acordo com o nível emocional.

Psicólogos explicam que a maneira pela qual uma pessoa processa as emoções e a forma de como ela se comporta diante delas define a sua personalidade. Sendo assim, é possível afirmar que as emoções têm influência na evolução das doenças cardíacas de acordo com a personalidade, o humor, os hábitos e o tratamento dado a elas.

 

Fatores estressantes causam morte

Estudos comprovam o aumento de arritmias e de mortes ocasionadas por problemas cardíacos em pessoas expostas a fatores estressantes como guerras, terremotos e furacões, entre outros.

A reação ao estresse é uma descarga adrenérgica, (liberação de adrenalina) gerando o aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial, entre outros aspectos.

 

Alterações do desempenho do coração

Alegria, tristeza, felicidade, ansiedade e depressão são capazes de provocarem alterações (positivas ou negativas) no desempenho do coração.

 

Efeitos positivos para o coração

A felicidade, o otimismo e a espiritualidade têm efeito positivo em relação ao coração.

 

Efeitos negativos para o coração

A raiva, o rancor e a hostilidade, por outro lado, aumentam o risco cardiovascular.

 

Dificuldades

Pessoas ansiosas, autoritárias, agressivas e autoexigentes apresentam dificuldades de adesão a tratamento de doenças cardíacas, aumentando a morbidade e a mortalidade cardiovascular, bem como o risco de morte súbita.

Indivíduos que vivem tristes e preocupados apresentam maior recorrência de eventos cardíacos.

 

Estilo de vida nocivo

O estilo de vida nocivo impacta negativamente a saúde. O consumo de bebidas alcoólicas, a ingestão de alimentos hipercalóricos e gordurosos, o hábito de fumar, entre outros costumes, são prejudiciais à saúde, especialmente, à do coração.

 

Hábitos saudáveis

Cultivar hábitos saudáveis ajuda a melhorar a resposta emocional e auxilia a prevenção e o tratamento das doenças cardíacas.

A cura de uma enfermidade, o controle de uma doença crônica ou a prevenção de uma patologia depende do comportamento saudável e da obediência às recomendações médicas.

 

Doenças silenciosas

Muitas doenças cardíacas são silenciosas, e, por isto, muitas vezes, a tendência é a de subvalorizar o tratamento, acarretando a piora da doença.

Diminuir o estresse e abandonar hábitos nocivos são ações fundamentais para que ocorra a melhora do prognóstico do quadro circulatório.

 

https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2018/11/14/como-as-emocoes-podem-afetar-a-saude-do-coracao.htm

 

Níveis de emoções

Diversos são os níveis que caracterizam as emoções. Acompanhe!

 

Nível psicológico e cognitivo

As emoções modificam funções intelectuais, sobretudo a percepção, o pensamento, a memória, a atenção, a capacidade de concentração e a consciência crítica.

 

Ponto de vista biológico

 Da mesma forma, as emoções motivam modificações corporais, alterando o traçado eletroencefalográfico, a tensão muscular, a ativação do sistema nervoso vegetativo e algumas secreções hormonais, caso, por exemplo, da adrenalina, da noradrenalina, da insulina e dos corticosteroides, gerando doenças psicossomáticas (desordens emocionais ou psiquiátricas que afetam funcionamento de órgãos do corpo).

 

Perspectiva social

 As emoções têm função relevante na motivação, já que são capazes de influenciar aspectos como a personalidade, as relações sociais, o desempenho profissional, a vida sexual, a ascensão em carreira profissional e, até mesmo, a própria maneira de viver.

 

Emoção por si só não causa doença

É preciso salientar que não é a vivência das emoções que por si só gera doenças cardiovasculares.

Sentir emoções, necessariamente, não causa doenças do coração.

É sabido que as elevações da pressão arterial, das taxas de colesterol e de triglicérides são respostas normais do corpo às emoções.

O fator principal, todavia, está na forma de como as pessoas vivenciam a intensidade, bem como a frequência com que as emoções ocorrem.

São as vivências contínuas das emoções que favorecem o desencadeamento de doenças.

 

Cultivar boa saúde emocional

Manter boa saúde emocional ajuda a enfrentar com menos sofrimento vários desafios.

Reconhecer as emoções é desafiador, uma vez que muitas pessoas não foram ensinadas a conhecê-las, já que foram apenas instruídas sobre como suprimi-las.

Quando a pessoa atenta para o que sente, ela obtém a oportunidade de escolher o que fazer com situação de risco gerada por fortes e constantes emoções.

 

Depressão pode causar cardiopatias

A depressão, resultado de saúde emocional fragilizada, é capaz de provocar cardiopatias.

De outra parte e de semelhante modo, doenças do coração, por sua vez, têm a capacidade de gerar quadro depressivo.

Os sintomas emocionais manifestados por pessoas que têm cardiopatias não podem ser ignorados por familiares ou amigos, já que servem de sinalizadores para eventuais situações mais graves de saúde.

Considerando isto, infarto do miocárdio ou doença crônica do coração são grandes motivos para deprimir quem já tem predisposição para distúrbios de humor.

 

Doenças cardíacas e emocionais

Especialistas afirmam que quem tem problemas de coração com frequência tem depressão.

Após episódio de infarto ou de derrame, a possibilidade de apresentar depressão pode chegar a até a 50%, conforme levantamentos de cardiologistas.

 

 

A mente e o coração

Sintomas físicos como pressão no peito, sensação de bola na garganta, palpitações e falta de ar, geralmente, estão associados a problemas emocionais.

Trata-se da consequência da conexão que é feita pelo corpo e a mente e que é gerada pelo sistema nervoso autônomo (responsável pelo funcionamento do estômago, dos órgãos genitais e do coração).

 

Coração acelerado

Quando a pessoa recebe ótima notícia ou quando vive forte emoção, o coração pulsa acelerado, aumentando significativamente os batimentos.

O mesmo também acontece no outro extremo, quando ela é surpreendida por algo negativo.

Trata-se de reações normais do organismo e todas as pessoas as sentem. Quando, porém, as emoções negativas se repetem de forma constante, provocam descargas contínuas de cortisol e outros hormônios.

Em razão desta situação, o corpo sofre consequências, e, então, o sono, o apetite e o humor saem prejudicados, gerando distúrbios emocionais e cardiopatias.

O luto, por exemplo, é um dos gatilhos que pode gerar depressão reacional, já que tem motivo bem definido.

 

Manter equilíbrio sobre as emoções

Ao se conseguir manter equilíbrio sobre as emoções, não será mais preciso encontrar eventuais fatores responsáveis por elas.

Se este equilíbrio ocorrer, ganha se a liberdade de interferir e/ou de tomar as atitudes adequadas diante do que acontece.

Não haverá, então, a necessidade de nada além da autonomia para agir, mas, para isto, é preciso reconhecer as emoções e aceitá-las.

 

Repercussão das emoções sobre o ritmo cardíaco

Pesquisadores concordam que as emoções compreendem componentes afetivos, cognitivos e comportamentais, associados a componentes neurobiológicos.

Em outras palavras, isto significa que as emoções estimulam ações que determinam padrões de atividade fisiológica, os quais subsidiam o comportamento adaptativo.

Elas integram o sistema neuro-anátomo-fisiológico e se originam na interação da pessoa com o ambiente, regulando o comportamento diante das mudanças situacionais.

De semelhante modo, as emoções também são consideradas como processos subjetivos, abrangendo dimensões biológicas, individuais, sociais e culturais.

 

Interação social

Em muitas situações é a interação social que determina quais emoções vão ocorrer, como elas serão expressas e que consequências vão produzir.

 

Dimensão das emoções

Especialistas afirmam que há duas dimensões das emoções: intensidade e frequência.

 

Intensidade

Refere-se à força das experiências emocionais.

 

Frequência

Relaciona-se ao percentual do tempo em que a emoção predomina.

Muitas pessoas se lembram melhor da frequência de determinada emoção, fato que as leva, muitas vezes, a superestimarem a intensidade.

Isto acontece tanto com as emoções positivas quanto com as negativas, mas, o fato ocorre, especialmente, quando se trata de emoções negativas.

 

Emoção x estado de ânimo

 Tal como a não-permanência da vida, as emoções também surgem e desaparecem. São eventos que duram, no máximo, alguns minutos.

Já os estados de ânimo são mais duradouros, podendo perdurar por algumas semanas ou meses.

Não se pode esquecer que o ser humano não é o que as emoções se lhe apresentam, pois elas são episódios que vêm e passam.

 

Estado psicológico e doenças cardíacas

O avanço das tecnologias permite à medicina atual adotar tratamento satisfatório para as patologias do coração.

Vários pacientes são beneficiados com tratamentos não-cirúrgicos, mas, há casos nos quais a indicação de cirurgia é necessária.

Revascularização do miocárdio para desobstrução de artérias, cirurgias para a correção de disfunções nas válvulas do coração, para cardiopatias congênitas (má-formação), para corrigir perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos (arritmias), para retirada de tumores ou implante de marca-passo e o próprio transplante cardíaco são cirurgias disponíveis.

 

Morte por doenças cardiovasculares

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil e geram os maiores custos com internações hospitalares, demonstrando a falência dos programas preventivos em saúde cardiovascular.

 

Fatores de doenças cardiovasculares

Há dois fatores que ampliam a probabilidade de uma pessoa desenvolver doenças cardiovasculares.

Estes fatores são divididos em duas categorias: mutáveis e imutáveis.

 

Fatores mutáveis

 A hipertensão, o estresse, o diabetes, o abuso de álcool, o tabagismo, o sedentarismo, a obesidade e o colesterol elevado pertencem a esta categoria.

 

Fatores imutáveis

Os fatores genéticos, etários e de gênero não podem ser modificados e, portanto, são imutáveis.

Mesmo que estejam na condição inevitável, os fatores imutáveis servem como parâmetro de alerta para a adoção de cuidados regulares, tendo em vista o maior risco para o desenvolvimento de cardiopatias.

 

Causadores de doenças

Fatores socioeconômicos e orgânicos têm sido, muitas vezes, mais considerados do que os próprios aspectos emocionais na análise das razões de doenças do coração.

Fatores hereditários e psicológicos são indissociáveis e têm grande incidência em doenças, cujo desfecho, quase sempre, culmina em repercussões psicológicas.

 

Estímulos negativos das emoções

Diante de estímulos negativos, o corpo executa conjunto de modificações químicas e de funcionamento para, teoricamente, preparar a pessoa para enfrentar a situação adversa.

Estudos demonstram, contudo, que as alterações de maneira hiper-reativa causam danos ao organismo, podendo evoluir para infarto do miocárdio ou para quadro de arritmias.

 

Cérebro está no controle

Não importa se o estímulo que gera a emoção é real ou simbólico, o cérebro vai coordenar reações com o fito de preservar a vida.

O cérebro não identifica a diferença entre estímulo real ou simbólico. Por isto, quando um estímulo acontecer, ele vai desencadear mecanismo para produzir substâncias e alterações químicas para a defesa do organismo.

 

Emoções motivam ações

Considerando o pressuposto de que emoções atuam como motivadoras de comportamento, a função delas no estado de saúde e no aparecimento de doença é indiscutível.

Para tanto, porém, é preciso estabelecer as diferenças entre as emoções negativas e as positivas.

 

Emoções positivas

 Geram experiências agradáveis e fortalecem a saúde.

 

Emoções negativas

Produzem experiências desagradáveis.

Os estados emocionais negativos que mais se associam aos transtornos de saúde são a ansiedade, a raiva, o ódio e a tristeza.

 

Demanda de adrenalina extra

Sondagens mostram que sentimentos negativos, caso da raiva e do ódio, requerem carga extra de adrenalina que precisa ser liberada no sangue. Como consequência da concentração maior de adrenalina, ocorre o aumento dos batimentos cardíacos, a elevação da pressão arterial e acontece a constrição dos vasos sanguíneos.

  

Comprometimento do sistema imunológico

A raiva, o ódio e a tristeza crônica comprometem o sistema imunológico porque aumentam as chances de dislipidemias (acréscimo anormal dos níveis de gordura no sangue), e agravam a dor.

Tornando o organismo mais fraco, facilitam a instalação de doenças.

 

https://www.isaude.com.br/noticias/detalhe/noticia/qual-a-relacao-do-estado-psicologico-com-as-doencas-do-coracao/

 

Emoções afetam a saúde do coração

Quando se leva em consideração os riscos de doenças do coração é bastante comum relacioná-los ao excesso de gordura, sedentarismo, fumo, hipertensão, diabetes e colesterol alto.

É verdade! Há a necessidade de se estar atento a eles, no entanto, há muitos outros riscos que representam o mesmo perigo, mas, nem sempre são levados em conta.

 

Inimigos do coração

Diversos são os inimigos do coração. Entre eles estão as emoções e os sentimentos, uma vez que eles afetam a saúde física e emocional do coração.

 

Principais inimigos do coração

Raiva, ganância, inveja, egoísmo, mentira, culpa e a vaidade são conhecidos como os sete inimigos do órgão.

O coração sofre com emoções e sentimentos, traições, orgulho, alegria e tristeza, paixão e amor.

São fatores que afetam a saúde física, emocional e os relacionamentos interpessoais.

 

Antídotos para os inimigos do coração

 Para cada um dos inimigos do coração, há antídoto correspondente.  A culpa, por exemplo, pode ser curada com o perdão.

A inveja e a ganância podem ser remediadas com a gratidão e a generosidade.

 

Sentimentos afetam o coração

Mesmo que os sentimentos sejam comandados pelo cérebro, eles afetam o coração. O cérebro é o órgão de comando do corpo. Quando a mente e as emoções não andam bem, o corpo responde da mesma forma.

Este é o princípio da psicossomática, área da ciência que estuda a relação entre a mente, o corpo e as doenças físicas causadas ou agravadas por transtornos emocionais.

 

Perdoar é essencial

Ser generoso e falar a verdade são atitudes que influenciam o estado de saúde, porque promovem sensação de paz, que faz bem ao coração.

Perdoar os outros e a si mesmo são questões essenciais à vida, porque fazem o coração bater forte e saudável.

  

 

Remédios naturais

A recomendação é a de que é preciso manter a cabeça no lugar, cuidar do corpo por meio de estilo de vida saudável, com boa alimentação, praticar exercícios físicos, tomar muita água, dormir bem, respirar ar puro, tomar banho de Sol e confiar em Deus.

Desenvolver a fé e a espiritualidade são fatores fundamentais para a manutenção do equilíbrio emocional.

 

Fontes de saúde ou de doença

As emoções e os relacionamentos afetivos representam fonte de saúde ou de doença, dependendo de como se lida com os inimigos do coração.

 

Diversidade de saúde

Há vários tipos de saúde, a saber:

Física envolve os cuidados relacionados à prática regular de atividades físicas e à reeducação alimentar.

Psíquica consiste na identificação de doenças que alteram o discernimento psicológico, como, por exemplo, a depressão, a ansiedade e o transtorno bipolar, entre outras.

Espiritual se relaciona à fé religiosa.

Saúde profissional está ligada à satisfação dos objetivos laborais.

Emocional controla e gerencia as alterações de comportamento.

 

Resolução de problemas emocionais

Não só é fundamental identificar os problemas relacionados à saúde emocional, mas, principalmente, resolvê-los.  Se isto não for feito, com certeza, irão agravar as condições de saúde e prejudicar a qualidade de vida.

Desequilíbrio emocional

A saúde emocional tem importância capital no funcionamento do corpo e da mente tanto que o desequilíbrio de suas funções pode levar ao esgotamento mental.

Emoções negativas podem se externar por meio de choros intensos, desabafos angustiantes, insônia ou agitação para dormir, irritabilidade, falta de paciência e dificuldade de concentração.

 

Primar por comportamentos positivos

A autoestima precisa ser cultivada através de comportamentos e atitudes positivas.

Mudar o visual, modificar a forma de se vestir, apostar em novidades e tendências sobre estética e beleza podem ajudar.

É preciso é investir no que faz a pessoa se sentir bem.

Neste sentido ajuda também melhorar a atitude, estar junto de pessoas alegres, motivadoras, capazes de ajudar a controlar as emoções e a crescer pessoal e profissionalmente.

Evitar sentimentos negativos

Eliminar o ódio, a angústia, a inveja, a solidão e o estresse são recomendações valiosas.

Evitar que as tensões e as preocupações diárias atrapalhem as funções vitais de alimentação, de sono e de convívio social.

 

Metas realistas

O mais importante em tudo isto é estabelecer metas realistas para que os objetivos possam ser alcançados. Buscar sempre o resultado positivo para se recompensar.

 

Melhoria na alimentação

Zelar pela boa comida é excelente modo de se manter emocionalmente saudável.

Nutrição adequada previne e evita comportamentos de irritabilidade e os sintomas de depressão.

 

Alimentos recomendados

Decisão importante para a boa saúde é investir, primordialmente, em alimentos ricos em ômega 3 (peixes de escamas, óleo de linhaça, etc.), vitaminas do complexo B (banana, abacate) e ácido fólico (vegetais verde-escuros, frutas cítricas).

 

Plantas medicinais são recomendadas

Plantas calmantes, como a valeriana, passiflora, melissa, erva-de-são-joão, são recomendadas para manter a saúde emocional em alto nível.

Auxiliares do bom funcionamento do cérebro

Tanto os alimentos ricos em ômega 3, em vitaminas do complexo B e em ácido fólico, bem como as plantas calmantes, possuem nutrientes que melhoram o funcionamento do cérebro, pois acalmam e diminuem os sintomas de ansiedade.

Pratique atividades prazerosas

Balancear as emoções com atividades que dão prazer é outra dica importante, porque, além de acalmar e ajudar na concentração e na canalização de sentimentos, as atividades prazerosas estimulam a inteligência e as habilidades socioemocionais.

Saúde emocional e qualidade de vida

A saúde emocional está relacionada diretamente à qualidade de vida, ao bem-estar e ao equilíbrio da pessoa consigo mesma e com as demais.

Importante, nesta questão, é, portanto, entender os sintomas do desequilíbrio, suas complicações e a forma de lidar com as adversidades, buscando alternativas para evitá-las.

 

Situações desafiadoras

Claro está que sempre vai ser necessário enfrentar situações desafiadoras e, por esta razão, é preciso ter ambiente interno seguro e mente segura e preparada para enfrentá-las.

As emoções estão presentes em todos os momentos. Elas podem salvar vidas e motivar comportamentos. Servem de alerta sobre o que acontece no corpo e na mente e são essenciais para as relações sociais.

 

Mensagens de emoções

As emoções sempre trazem alguma mensagem com elas, algo a dizer. Acompanhe!

 

Raiva

A sede de vingança, a amargura, a frustração, a impaciência e, especialmente, a raiva são emoções que demandam rígido controle.

 

Tristeza

 O mesmo acontece com a tristeza, que é a emoção mais duradoura, influenciando diretamente o estado de ânimo.

Ela também gera angústia, pesar, dor, miséria, desesperança.

 

Outra emoção desfavorável

Medo

Na relação de emoções negativas ainda é preciso acrescentar o medo que causa, muitas vezes, terror, horror, pânico, desespero, pavor, ansiedade, nervosismo, incerteza e apreensão.

Emoções favoráveis

Alegria é a emoção que mostra tudo o que é importante. Ela é suficientemente capaz para promover estados de êxtase, de excitação, deslumbramento e de orgulho, entre outros.

 

https://cdd.org.br/saude emocional/?gclid=EAIaIQobChMI3fSh1_-p6gIVl4KRCh2bZAPnEAAYAiAAEgJFrvD_BwE#1

 

Peso das emoções sobre o coração

Estudo apontou a associação entre problemas psiquiátricos e doenças cardiovasculares.

Pesquisa registrou o aumento da hipertensão, do diabetes e do sobrepeso de pessoas como resultado de dois de distúrbios psiquiátricos, (depressão e ansiedade), atribuindo a elas, o maior risco de doenças cardiovasculares, infarto e acidente vascular cerebral (AVC).

 

Atenção maior

De acordo com a conclusão dos pesquisadores, é preciso dar mais atenção aos distúrbios mentais, (pouco tratados) porque eles motivam ou interferem em outras doenças.

Distúrbios psiquiátricos são capazes de se manifestarem em portadores dos sinais mais leves de problemas cardíacos.

 

Aspectos a serem observados

Hipertensão arterial, diabetes, nível de colesterol, tabagismo, pouca atividade física e dieta nociva são aspectos que precisam ser observados com muita atenção, pois são desencadeadores de outras doenças.

 

Saúde ruim

Hábitos de vida não-saudável, caso do sedentarismo e da alimentação inadequada, aparecem como questões- chave de transtornos psiquiátricos e de doenças cardiovasculares.

Isto ocorre porque acabam se alimentando reciprocamente, já que é difícil estabelecer o que aparece primeiro, se é o distúrbio psiquiátrico ou os problemas do coração.

Análises estão sendo feitas para verificar se a depressão antecede as doenças coronarianas (infarto e AVC), embora distúrbios psiquiátricos surjam depois do infarto.

 

Maiores riscos

O que se sabe de concreto é que quem tem depressão tem maior risco de contrair doenças cardiovasculares.

Segundo pesquisadores, a depressão causa mudanças no organismo, como, por exemplo, o aumento dos níveis do hormônio cortisol, do estado inflamatório, da agregação plaquetária, entre outros, o que favorece a formação da aterosclerose, processo básico que causa a obstrução das artérias.

Conforme estes mesmos entendidos, melhorando a depressão, cai o risco de doenças do coração.

 

https://revistapesquisa.fapesp.br/o-peso-das-emocoes-sobre-o-coracao/

 

Emoções fortes podem afetar a saúde do coração

Cardiologistas explicam que fortes emoções podem afetar o coração. Segundo eles, entretanto, o estresse emocional só é perigoso para quem já teve doenças cardíacas ou está em grupos de risco, caso de obesos, diabéticos e hipertensos.

O risco ocorre porque o estresse provoca descarga de adrenalina no corpo. Com isto, os vasos se contraem, elevando a pressão e a frequência cardíaca, o que pode levar à formação de trombos, a um infarto, ou, até mesmo, à morte súbita.