Como evitar e amenizar o inchaço do corpo no verão

 

Vários cuidados precisam ser adotados na época dos dias mais quentes do ano. Isto, para evitar o inchaço do corpo, gerado, normalmente, pela retenção de líquidos ou, ainda, pelo excessivo consumo de glúten.

O glúten, (encontrado no trigo, no centeio, na cevada, no malte e na aveia) é proteína inflamatória que gera inchaço do corpo. É, portanto, bastante prejudicial ao organismo humano.

A recomendação principal é a de evitar alimentos que contenham produtos derivados destes cereais.

Há, todavia, maneiras práticas e eficientes para evitar o inchaço corporal, especialmente o oriundo da retenção de líquidos.

No presente post estão expressas informações importantes a respeito da questão e, inclusive, dicas para evitar o problema.

A propósito, sobre a retenção de líquidos por parte do corpo já veiculamos post no dia 24 de novembro passado, quando tratamos sobre como evitar a retenção de líquidos no verão.

Para aprofundar a abordagem do tema, que julgamos importante para a época presente, não podemos esquecer que o excesso de calor (normal nos dias atuais) é inimigo potencial da boa circulação sanguínea, já que faz com que as veias se dilatem, acumulando, em consequência, líquidos.

Em outras palavras é possível afirmar que temperaturas elevadas aumentam a retenção de líquidos.

A isto precisam ser acrescidos os males causados pela adesão dos componentes do glúten às paredes intestinais, fator complicador.

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Cuidados alimentares

 

Atenção especial, igualmente, precisa ser dada à alimentação, evitando, especialmente, o consumo de produtos contendo glúten e muito salgados.

A época atual, portanto, é a de nos preocuparmos com a retenção hídrica no organismo.

 

Temperatura alta, inimiga perigosa

 

Altas temperaturas são inimigas da circulação sanguínea e linfática.

A retenção de líquidos apresenta sintomas desconfortáveis causados por dores nos braços, mãos, pernas e pés e, até mesmo, a sensação de ganho de peso.

Quando faz calor, a circulação de sangue fica mais lenta, ocorrendo, em consequência, maiores dificuldades para a absorção da água pelo organismo.

Por esta causa, as extremidades são as regiões do corpo mais afetadas, com os pés sendo os mais atingidos já que ficam mais distantes do coração.

 

Resfriamento do corpo

 

No calor, os vasos sanguíneos se dilatam para ajudarem o corpo a se resfriar.

Com isto, os líquidos que ficam nos vasos, saem e se alojam no espaço entre as células (intracelular), causando o inchaço.

O excesso de calor é, portanto, inimigo da perfeita circulação sanguínea, porque faz com que as veias se dilatem, causando inchaço e dor.

 

 

Razão da retenção

 

O corpo, ao detectar baixo nível de líquidos, decorrente da ingestão insuficiente de água, ou, do consumo excessivo de sódio (sal), coloca em atividade mecanismo de defesa que efetua a retenção de líquido porque a considera necessária para manter o equilíbrio.

Não são poucas as pessoas que, com frequência, afirmam terem a sensação de inchaço do corpo.

Na verdade, a retenção hídrica não só é responsável pelos inchaços, mas, também o é por eventuais quilos extras.

 

Mulheres, as mais atingidas

 

Afetando mais as mulheres, a retenção de líquidos ocorre especialmente em períodos relacionados a desequilíbrios hormonais, (dias antecedentes à menstruação, à gravidez ou à menopausa).

 

Outras causas

 

Problemas de circulação sanguínea, nutrição inadequada ou estresse são, também, fatores que causam a retenção, gerando, como consequência, ganho de peso.

 

Órgãos inchados

 

Sinais como mãos, tornozelos, lábios ou pálpebras inchados demonstram que o corpo está tentando nivelar o excesso de sódio com a retenção de líquidos.

O inchaço, a inflamação e até mesmo o aumento brusco de peso também podem mascarar (esconder) problemas circulatórios, cardíacos, hepáticos ou renais.

Má alimentação, sedentarismo, estresse ou desequilíbrios hormonais têm grande importância no aparecimento destes episódios de doenças.

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Glúten, principal vilão

 

O glúten é proteína que está presente na farinha de trigo, centeio, cevada, malte e aveia. Provoca inflamações capazes de gerarem inchaço, dores articulares e indisposição.

Retirar a substância do cardápio elimina estes problemas e, ainda, ajuda na perda de peso, segundo explicam nutricionistas.

 

Dieta sem glúten evita doenças

 

Importante se torna retirar o glúten da dieta, fato que contribui para a perda rápida de peso, além, ainda, de prevenir doenças.

Vários são os benefícios da alimentação sem a substância do glúten.  Por esta razão é importante adotar receitas livres do glúten.

 

Ausência do glúten estimula o metabolismo

 

Quem sofre da intolerância ao glúten (principalmente celíacos), não podem ingerir alimentos que contêm a substância porque ela impede a absorção correta de nutrientes pelo intestino.

As pessoas com sensibilidade ao glúten precisam, portanto, evitar o consumo.

Vários são os benefícios da dieta sem a proteína (glúten). Eliminar o glúten da dieta provoca a redução do grau de inflamação do organismo. Assim, o metabolismo volta a funcionar normalmente, promovendo a diminuição da retenção de líquidos, perda drástica e rápida de peso, adequada absorção dos nutrientes pelo intestino e a prevenção de doenças não-transmissíveis, caso da obesidade e de complicações cardiovasculares, conforme esclarecem especialistas em Nutrição.

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Estimativa alarmante

 

De acordo com dados da Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil, o número de portadores de doença celíaca (intolerantes ao glúten) no país é de cerca de dois milhões de pessoas.

Glúten causa complicações

 

Para muitos, o inimigo de quem quer vida saudável está no pão, no bolo, na cerveja e em outros alimentos. Trata-se do glúten, substância encontrada no trigo, no centeio, na aveia, na cevada e no malte.

Médicos e especialistas em alimentação explicam que, ao chegar ao intestino, o glúten se transforma em espécie de cola que gruda nas paredes intestinais. Com o passar do tempo, provoca saturação do aparelho digestivo, aumentando a gordura na região do abdome, dores articulares, alergias cutâneas e depressão.

 

Mudança de cardápio

 

Trata-se de problemas de saúde que surgem em decorrência do cardápio de pessoas que passaram a comer de modo excessivo alimentos ricos em glúten, caso de pães, biscoitos, macarrão e bolos.

Nutrólogos alertam para a necessidade de substituir alimentos ricos em glúten pela mandioca, pelo milho e pelo arroz.

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Reações corporais

 

O organismo responde de várias maneiras ao consumo de glúten: obesidade, síndrome de resistência à insulina, deficiência de cálcio, alergias, diarreias e doenças autoimunes.

Nutrólogos chegam a considerar o excesso de glúten como sinal de má higiene interna do corpo, já que o metabolismo emperra e favorece o surgimento de bactérias que gostam de calor e de estagnação.

Dieta sem glúten

 

Bastante utilizada por praticantes de atividades físicas, especialmente por parte de frequentadores de academia, a dieta sem glúten contribui para o emagrecimento e a redução de gordura na região abdominal.

Neste sentido, tem muita gente inserindo na alimentação, pães de aipim (mandioca) e de milho, macarrão de arroz e cookies de soja.

Dessensibilização ao glúten

 

Nutricionistas chegam até mesmo a sugerir a dessensibilização ao glúten. Trata-se de período de três meses no qual não se deve comer nenhum dos quatro cereais que contêm o glúten – trigo, centeio, cevada e aveia.

Em outras palavras, trata-se de reeducação alimentar. Comer um pãozinho, até que é permitido, mas, o excesso pode alterar todo o metabolismo, baixar a imunidade do organismo e levá-lo a doenças.

Importante, todavia, é destacar e considerar que nem todo obeso tem intolerância alimentar ao glúten.

 

Intestino sem a cola do glúten

 

Segundo especialistas da área nutricional, intestino sem glúten produz serotonina e gera alegria.

Dica importante para a pessoa ter sucesso na reeducação alimentar, que visa ao não-consumo de alimentos ricos em glúten, é a ingestão constante de frutas, já que elas, além de serem leves, são nutritivas e têm baixo nível de calorias.

Colonterapia

 

Muitas pessoas alérgicas aos efeitos do glúten estão sendo mais radicais e se submetem à colonterapia, procedimento de lavagem do intestino grosso para a limpeza geral.

Depois da colonterapia, o intestino volta a produzir o neurotransmissor da alegria, isto é, a serotonina.

Dibiose

 

Os alimentos em geral levam 18 horas da mastigação até a eliminação pelo reto. Alimento com o glúten leva 26 horas.

Consumido em excesso, o glúten vai retendo cada vez mais toxinas no organismo, promovendo a dibiose, alteração da flora normal com a fermentação e a retenção de líquidos, podendo gerar série de doenças articulares, autoimunes e, inclusive, depressão.

Doença celíaca

 

Há casos de pessoas que têm intolerância genética ao glúten. São os celíacos.

O glúten é estritamente proibido para os celíacos.

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Problemas relacionados ao consumo de glúten

Diversidade de problemas ocorre como resultado do consumo excessivo de glúten. Acompanhe!

 

  • Intolerância alimentar: o glúten é cola que adere às paredes intestinais, bloqueando o funcionamento do intestino. Os primeiros sintomas são intolerância alimentar, desconforto abdominal, gases e retenção de líquidos.
  • Obesidade: metabolismo lento não processa devidamente os alimentos, gerando, como consequência, o acúmulo de gordura abdominal.
  • Baixa imunidade: afeta o sistema imunológico, favorecendo o surgimento de doenças autoimunes.
  • Intoxicação e enxaqueca: metabolismo estagnado dificulta a eliminação de toxinas, aumentando o risco de doenças, como, por exemplo, dores de cabeça e enxaquecas.
  • Açúcar: já que o glúten é aliado do açúcar, ele captura o cálcio, aumentando os riscos de osteoporose, cáries, ranger de dentes, insônia, hipertensão e colesterol alto.

 

http://swbrasil.org.br/noticias/gluten-vira-cola-no-intestino-e-provoca-diversas-complicacoes/

Sintomas de intolerância ao glúten

 

A intolerância ao glúten provoca sintomas intestinais como o excesso de gases (flatulência), dor no estômago, diarreia ou prisão de ventre.

Quando a intolerância é grave, pode causar doença celíaca, que provoca sintomas mais fortes e frequentes de dor abdominal e de diarreia.

Todas as faixas etárias

 

A alergia ao glúten ataca desde crianças a adultos. O fato acontece por causa da incapacidade ou da dificuldade em digerir o glúten.

 

Tratamento

 

O tratamento aos problemas causados pelo glúten é simples: retirar a proteína da dieta.

Sintomas de intolerância ao glúten

 

Conheça os principais sintomas gerados pela intolerância ao glúten:

 

  • Excesso de gases e barriga inchada após comer alimentos como pão, macarrão ou cerveja.
  • Alternância de períodos de diarreia ou prisão de ventre.
  • Tontura ou cansaço excessivo após as refeições.
  • Irritabilidade fácil.
  • Enxaquecas frequentes, principalmente após as refeições.
  • Manchas vermelhas na pele que podem coçar.
  • Dor constante nos músculos ou nas articulações.

Identificação de sintomas

 

Para facilitar o diagnóstico, importante é bem identificar os sintomas. Veja:

 

  • Desconforto abdominal

Quando há intolerância, após a ingestão de alimentos com trigo, cevada, aveia ou centeio, é comum surgirem sintomas como excesso de gases, barriga inchada, diarreia ou prisão de ventre. Além disto, as células do intestino também ficam danificadas, causando má absorção de vitaminas e de minerais.

A dor da intolerância é recorrente e, geralmente, é acompanhada por gases e alterações intestinais, sobretudo, após a ingestão de pães, bolos ou massas. A solução, portanto, é evitá-los.

Já a dor causada por gastrite, normalmente, ocorre após as refeições ou, ainda, quando se fica muito tempo sem comer.

 

  • Tontura

O glúten é capaz de provocar tonturas, confusão mental, desorientação ou sensação de cansaço após a refeição. Os sintomas, contudo, não são relacionados à intolerância, e, por isto, muitas vezes, não são percebidos.

A tontura causada pela intolerância aparece mesmo quando a pessoa está bem alimentada e descansada, não tendo relação com o excesso de atividade física ou com alterações na pressão arterial.

 

  • Alterações de humor

Em razão do mal-estar intestinal torna-se comum a ocorrência de alterações no humor, sobretudo, após as refeições, cujos sintomas são irritabilidade, ansiedade e/ou tristeza.

As alterações de humor causam, igualmente, cansaço e fadiga, mesmo após uma boa noite de sono. Isto ocorre porque o corpo está concentrado em combater a inflamação no intestino, gastando a energia que daria ânimo e disposição para o novo dia.

 

  • Enxaqueca crônica

A enxaqueca provocada pela intolerância ao glúten começa cerca de 30 a 60 minutos após a refeição. Pode se manifestar através de sintomas como visão embaçada e dor ao redor dos olhos.

As enxaquecas comuns não têm hora para começarem e, de modo em geral, estão ligadas ao consumo de café ou de álcool, não tendo, portanto, relação com alimentos ricos em farinha de trigo e/ou outros cereais do gênero.

 

  • Coceira na pele

A inflamação no intestino causada pela intolerância ao glúten é capaz de provocar ressecamento e coceira na pele, criando pequenas bolinhas vermelhas. Estes sintomas, contudo, muitas vezes também podem estar ligados à piora dos sintomas de psoríase e de lúpus.

A recomendação é, desta forma, retirar da dieta, alimentos com trigo, cevada ou centeio (bolos, pães e massas) para verificar se ocorrem melhorias na coceira, resultantes da alteração da alimentação.

  • Dores musculares

O consumo de glúten tem a capacidade de causar ou de aumentar os sintomas de dores musculares nas articulações e nos tendões (fibromialgia).

Comum, igualmente, é ocorrer inchaço, especialmente nas articulações dos dedos, dos joelhos e do quadril.

A sugestão é, por esta razão, não consumir alimentos com trigo, cevada, aveia e centeio para verificar se melhoram os sintomas de dor.

https://prosaudelojas.com.br/o-que-e-preciso-saber-sobre-o-colesterol/

  • Intolerância à lactose

Especialistas consideram como normal o fato de que a intolerância à lactose ocorra juntamente com a intolerância ao glúten. Por este motivo, pessoas que têm intolerância à lactose têm mais probabilidades de apresentarem intolerância a alimentos feitos a partir do trigo, da cevada e do centeio. Precisam, portanto, sempre estarem mais atentas aos sintomas.

O recomendado é fazer exames que confirmem o diagnóstico de intolerância, caso, por exemplo, do exame de sangue, de fezes, de urina ou da biópsia intestinal.

Há, por isto mesmo, a necessidade da exclusão da dieta dos produtos que contenham a proteína (glúten), caso da farinha, do pão, do biscoito e do bolo, para observar se os sintomas desaparecem.

Como viver com intolerância ao glúten

 

Com o diagnóstico da intolerância ao glúten em mãos é preciso retirar da dieta todos os alimentos que contenham a proteína (farinha de trigo, macarrão, pão, bolos e biscoitos).

No mercado há vários produtos especiais que não contêm a proteína, como são os casos de macarrão, pão, biscoitos e bolos feitos a partir de farinhas que são permitidas na dieta, caso da farinha de arroz, de mandioca, de milho, do fubá, da fécula de batata, da fécula de mandioca, do polvilho doce e, também, do polvilho azedo.

 

Atenção ao rótulo

 

Questão importante, tal como em outros casos quaisquer, é observar no rótulo a lista de ingredientes do alimento.

No caso específico, isto precisa ser feito para verificar se há a presença de trigo, cevada, aveia ou de centeio na composição, ou, ainda, se há resíduos de glúten, como são os casos de produtos como salsicha, quibe, flocos de cereais, almôndegas e sopas enlatadas.

Alimentos que contêm glúten

 

O consumo de alimentos que contêm glúten pode provocar inflamação e inchaço abdominal. Em razão disto, o consumo da proteína pode ser perigoso para pessoas que possuem intolerância à essência, já que ela pode causar irritação do intestino e gerar sintomas como diarreia, dor e sensação de barriga estufada.

Quem é intolerante ao glúten apresenta estes sintomas porque o organismo não consegue digerir no intestino a proteína de forma adequada em razão de alteração genética (deficiência) ou da doença celíaca.

 

Saiba identificar a intolerância ao glúten

 

Diversos alimentos contêm glúten, mas, para evitar eventuais problemas a pessoas intolerantes à proteína vegetal é possível encontrar produtos que não a contêm. Isto fica evidenciado com indicativo constante na embalagem do alimento, que informa que se trata de produto sem glúten ou glúten “free”.

 

Lista de alimentos que contêm glúten

 

Alimentos que contêm glúten são os que são produzidos com farinha de trigo, centeio, aveia ou de cevada.

  • Pão, torrada, bolacha, biscoito, bolos, macarrão, pizza, salgadinhos, cachorro-quente e salsicha.
  • Tipos de cerveja e de uísque.
  • Gérmen de trigo, triguilho, sêmola de trigo.
  • Alguns queijos.
  • Molhos: ketchup, molho branco, maionese, shoyu.
  • Temperos prontos.
  • Cereais e barrinha de cereais.
  • Xaropes e alguns medicamentos.

Recomendação fundamental

 

Importante é ler as informações nutricionais do alimento, principalmente quando a pessoa tem intolerância ao glúten.

Fazendo isto, poderá escolher alimentos que não contêm glúten na composição.

Evitando a ingestão de alimentos contendo glúten, a pessoa, por extensão, também evitará os sintomas decorrentes, caso, por exemplo, do inchaço abdominal, da sensação de barriga estufada e da diarreia.

Como seguir dieta sem glúten

 

Indicada principalmente para pessoas que possuem intolerância, a dieta sem glúten, igualmente, é recomendada para quem não possui intolerância.

Acontece que o consumo de alimentos ricos em glúten causa estufamento abdominal e, neste caso, a melhor alternativa é, justamente, diminuir, ou, então, até mesmo, evitar o consumo de alimentos que possuam a proteína na composição.

Indicação de nutricionista

 

Há que se salientar que se torna importante o fato de que a dieta sem ou com pouco glúten tem que ser indicada por profissional da área nutricionista. Obedecendo a esta recomendação será possível, portanto, a realização de avaliação geral da pessoa e de eventual atendimento às necessidades nutricionais.

 

https://www.tuasaude.com/alimentos-que-contem-gluten/

 

Alimentos sem glúten para usar na dieta

 

Alimentos sem glúten são frutas, verduras e carnes, já que eles não contêm a proteína.

Estes alimentos são, igualmente, os únicos que podem ser ingeridos por doentes celíacos, porque correm o risco de o glúten danificar as paredes do intestino e de provocar diarreia ou dores abdominais, dificultando, inclusive, a absorção de nutrientes.

O glúten tem a capacidade de causar inchaço e desconforto abdominal.

 

Alimentos sem glúten

 

Entre outros, alguns dos alimentos que não têm glúten:

 

> Frutas.

> Legumes e verduras.

> Carnes e peixes de escama.

> Farinha de arroz, mandioca, amêndoa, milho, feijão, ervilha, soja, inhame.

> Arroz, milho, amaranto, araruta, trigo sarraceno, quinoa.

> Amido de milho (maisena).

> Tapioca.

> Fécula de batata.

> Polenta.

> Sal, açúcar, chocolate em pó, cacau.

> Gelatina.

> Óleos, azeite, manteiga.

 

Existem outros alimentos sem glúten que são encontrados em lojas de produtos naturais, como pão e macarrão, identificados com rótulo de alimento sem glúten ou glúten “free”.

 

https://nutritotal.com.br/publico-geral/material/voce-sabe-quais-alimentos-possuem-gluten/

 

Lei obriga informar se há glúten no alimento

 

De acordo com a lei nº 10.674, de 2003, todos os alimentos comercializados no Brasil devem informar se há glúten na composição.

O glúten é combinação de proteínas presentes em cereais, grãos e massas. É formado pelo composto das proteínas gliadina e a glutenina e é responsável por dar elasticidade à massa.

 

Crescimento durante a fermentação

 

Quando o glúten entra em contato com o oxigênio, cria camada que impede a saída do gás carbônico durante a fermentação. O gás carbônico é essencial ao desenvolvimento de alimentos, por isto, receitas que levam glúten crescem durante a fermentação.

Doença celíaca

 

Não são todas as pessoas que podem consumir glúten. Existem doenças que atrapalham a digestão do composto de proteínas. A mais comum delas é a doença celíaca.

A patologia é reação imunológica que é desencadeada pelo consumo de glúten.

Doença autoimune, sem cura, ela causa a inflamação da mucosa do intestino. Por esta razão, o paciente deve eliminar completamente da dieta, alimentos à base de grãos, como, por exemplo, o trigo, centeio, aveia, cevada e malte, entre outros.

 

Sintomas da doença celíaca

 

Os principais sintomas da doença são anemia, cólica, diarreia, dores abdominais, perda de peso e prisão de ventre.

Além de sintomas gastrointestinais, os celíacos, ainda, também podem sofrer com alterações psicológicas.

Se não tratada, a doença pode gerar complicações mais graves, como desnutrição, deficiências de vitaminas e minerais, anemia, além de câncer de estômago ou de intestino.

É fundamental, portanto, para os celíacos saberem quais alimentos contêm glúten.

 

Intolerância ao glúten x doença celíaca

 

Comum é confundir a intolerância ao glúten com a doença celíaca, mas, são, na verdade, distúrbios diferentes.

A intolerância ao glúten é diagnosticada após a doença celíaca ser descartada.

A patologia é caracterizada pela dificuldade ou pela incapacidade de digerir alimentos formados pelo composto das proteínas gliadina e a glutenina.

Ela é, portanto, condição crônica que pode se manifestar em qualquer idade.

Por não ter cura, o tratamento indicado é, pois, a exclusão da dieta de todos os alimentos com glúten.

Como não causa a inflamação no intestino, a intolerância não é considerada tão grave quanto à doença celíaca, todavia, caso não seja tratada, pode afetar bastante a rotina de quem sofre com a patologia.

Alimentos que precisam ser evitados

 

Alimentos que podem conter glúten na composição.

A lista é da Associação de Celíacos do Brasil.

 

Farinha, cereais e subprodutos.

Aveia, flocos e farinha.

Centeio, cevada (farinha), malte.

Trigo, farinha, semolina, gérmen e farelo.

 

Bebidas.

Bebidas com malte, café com cevada, cerveja, gin, ginger-ale, uísque, vodca.

 

Leite e derivados.

Achocolatados com malte ou extrato de malte, queijos com cereais, queijos fundidos.

 

Carnes, derivados e proteína vegetal.

Embutidos (salames e salsichas), proteína vegetal hidrolisada.

Outros alimentos.

Açúcares, doces e condimentos podem conter glúten. Cada alimento precisa, portanto, conter o rótulo informando sobre a presença ou não de glúten.

 

Retenção de líquidos contribui para o inchaço

 

Comum nas mulheres, a retenção de líquidos contribui para a barriga inchada e a celulite. As alterações hormonais, o sedentarismo, o consumo de sal e o consumo de produtos industrializados em excesso estão, por esta razão, entre as causas mais comuns do problema.

Tratamento para a retenção de líquidos

 

O tratamento para combater o excesso de líquidos pode ser feito de forma natural ao ingerir mais água, chás diuréticos e praticar exercícios.

Tomar remédios diuréticos e recorrer à drenagem linfática são, também, outras opções para complementar o tratamento.

Quando a retenção é grave, todavia, pode ser necessário tomar remédios. É o caso, por exemplo, de quando ela é causada por doenças renais ou cardíacas.

O acúmulo de líquidos no corpo causa inchaço facilmente percebido pelo aumento do volume abdominal, do rosto, e, principalmente, das pernas, dos tornozelos e dos pés.

 

Recomendações primordiais

 

Para combater a retenção hídrica é recomendado tomar chás, fazer exercícios, cuidar da alimentação e adotar cuidados, mas, se tudo isto não resolver, em último caso, médico pode indicar o uso de remédios diuréticos.

 

  • Tomar chás diuréticos

Os chás diuréticos representam complemento para emagrecer mais rápido. Todos os chás têm efeito diurético, uma vez que quanto mais água a pessoa ingere, mais urina ela produzirá e, como ela contém toxinas, expelirá, também, o excesso de líquidos do corpo.

Algumas plantas, contudo, aumentam o efeito diurético dos chás, como acontece com os chás de cavalinha, hibisco, canela com gengibre, chá verde, ginkgo biloba, salsinha, centelha asiática e castanha da índia.

 

  • Fazer exercícios

Praticar atividade física, igualmente, é forma natural de desinchar o corpo, contribuindo, inclusive, para o emagrecimento.

A contração de grandes grupos musculares (braços, pernas e glúteos) força a eliminação do excesso de líquidos, via urina.

Exercícios indicados para este caso são, por exemplo, a caminhada, a corrida, o andar de bicicleta ou saltar corda.

 

  • Orientações gerais

Para acabar com a retenção de líquidos no corpo, alguns cuidados, portanto, precisam ser observados. Acompanhe!

< Beber água ou chá. Cerca de 2,5 litros por dia.

< Substituir o sal. Preparar ou temperar os alimentos com ervas aromáticas como, por exemplo, salsinha ou orégano.

< Ampliar o consumo de alimentos diuréticos, caso, por exemplo, da melancia, do pepino ou do tomate.

< Evitar os alimentos enlatados, embutidos ou, outros, carregados de sal.

< Evitar ficar muito tempo de pé, sentado ou com as pernas cruzadas.

< Comer alimentos ricos em água, como rabanete, nabo, couve-flor, melancia, morango, melão, abacaxi, maçã e cenoura.

< Consumir alimentos como folhas de beterraba cozida, abacate, iogurte desnatado, suco de laranja, ou banana, já que são alimentos ricos em potássio, que ajuda a expelir o sal do organismo.

< Colocar as pernas para o alto ao final do dia.

< Espremer limão em litro de água para tomar durante o dia, sem açúcar.

 

  • Drenagem linfática

Trata-se de excelente estratégia para eliminar o excesso de líquidos do corpo. A drenagem linfática pode ser feita de forma manual, numa espécie de massagem suave e com movimentos bem marcados. Também pode, igualmente, ser feita com equipamento eletrônico próprio, drenagem linfática mecânica, conhecida como pressoterapia.

A drenagem linfática, portanto, também é complemento ao tratamento contra a celulite.

 

  • Remédios diuréticos

Para controlar e/ou evitar a retenção de líquidos também podem ser usados medicamentos diuréticos, mas, eles só devem ser tomados quando forem prescritos por médico.

 

https://www.tuasaude.com/retencao-de-liquidos-o-que-fazer/